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AS DIFICULDADES DA ENFERMAGEM NO ENFRENTAMENTO A INFECÇÃO POR KPC – UM RELATO DE CASO.
Author(s) -
Francisca Thaili Furtado da Silva
Publication year - 2022
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/conbrapah/25
Subject(s) - medicine , nursing care , humanities , nursing , philosophy
Introdução: A contaminação bacteriana no ambiente hospitalar, apesar de todos os esforços e métodos para controle ainda é umas das principais causas de complicações dos pacientes internados. A bactéria KPC (klebsiella pneumoniae carbapenemase) é uma das que necessitam de maior vigilância tendo em vista seu alto índice de contaminação e sua capacidade de resistência a diversos tipos de antibióticos. Objetivo:Relatar o caso das dificuldades encontradas por um profissional de enfermagem no controle da disseminação da KPC no ambiente hospitalar. Material e métodos: Trata-se de um relato de caso, vivenciado por uma profissional de enfermagem durante o período de trabalho em um hospital estadual de Fortaleza – CE no período de dezembro de 2021, onde estava sendo realizada a assistência de enfermagem aos pacientes internados nessa instituição em que 5 dos 8 pacientes estavam contaminados com KPC. Apesar de todos os protocolos exigidos pela CCIH estarem sendo compridos pela equipe de enfermagem ainda ocorria resistência aos cuidados com os isolamentos de contato por parte da equipe laboratorial e de imagem. Resultados: O presente relato mostra as dificuldades enfrentadas por uma enfermeira durante um de seus plantões em uma UTI hospitalar onde se encontravam 8 paciente internados, sendo que 5 deles estavam contaminados com a “super bactéria” KPC e os mesmo em isolamento de contato. Apesar dos cuidados tomados pelos profissionais do setor, a UTI também recebe outros profissionais como os do laboratório e os técnicos de raio x que mesmo com as orientações de isolamento não trocavam avental, nem de luvas e tão pouco lavavam as mãos ao sair do paciente em questão e ir para o outro, ao serem questionados pela enfermeira e orientados fizeram um breve questionamento, mas acataram o que lhes foi dito pela profissional. Conclusão: As medidas para o combate a disseminação dessa bactéria e de tantas outras do ambiente hospitalar não depende somente dos profissionais de enfermagem, mas também da equipe multidisciplinar em que orientações e treinamentos devem se estender a todos.

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