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FATORES DE RISCO PARA DEMÊNCIA LOBAR FRONTOTEMPORAL: REVISÃO DE LITERATURA
Author(s) -
Adriano Braga Dias,
Vitória Nathaly Espindula de Morais Souza,
Jaqueline Pereira Lima,
Rafaela Marçal Dobri,
Luan Felipo Botelho
Publication year - 2022
Language(s) - Portuguese
Resource type - Conference proceedings
DOI - 10.51161/conbesp/55
Subject(s) - frontotemporal lobar degeneration , frontotemporal dementia , humanities , scielo , philosophy , psychology , medicine , dementia , medline , political science , disease , law
Introdução: A Degeneração Lobar Frontotemporal (DLFT) pode proporcionar um espectro de distúrbios neurodegenerativos com apresentação clínica, patologia e anormalidades genéticas heterogêneas que culminam na atrofia dos lobos frontal e/ou temporal. É considerada uma das causas mais comuns de demência antes dos 65 anos, responsável por até 20% dos casos no pré-senil. Nesse contexto, o peso da genética, bem como fatores ambientais podem estar relacionados ao acometimento de tal patologia. Objetivo: Analisar e descrever através de uma pesquisa bibliográfica os principais fatores de risco para o desenvolvimento da DLFT. Material e métodos: Trata-se de uma revisão de literatura, em que os sites de pesquisa científica “PubMed” e “SciELO” foram as plataformas de busca. Os descritores para a pesquisa foram “frontotemporal dementia” e “frontotemporal dementia and risk factors”, sendo encontrados 1.974 no PubMed e 86 no SciELO, todos gratuitos, completos e entre os anos 2018 e 2022. Para escolha dos artigos, foram utilizados como critérios: ano mais recente e artigo científico que mais se adequa à temática abordada para fins de análise comparativa, a partir do resumo. Assim, utilizou-se 14 artigos do PubMed e 3 do SciELO. Resultados: Pode-se dividir os principais fatores de risco para DLFT em fortes e fracos: os fortes estão ligados a hereditariedade, como mutações genéticas na proteína tau (MAPT), progranulina (GRN) e associadas à expansão de hexanucleotídeos em C9orf72. No entanto, formas mais raras de DLFT têm sido associadas a mutações na proteína contendo valosina (VCP), CHMP2B, ubiquilina 1 (UBQLN1), optineurina (OPTN) e sequestossoma 1 (SQSTM1). Os fatores considerados fracos são os com pouca comprovação científica (como fatores ambientais). Desses, um artigo aponta o diabetes, três colocam o traumatismo cranioencefálico e doenças autoimunes como fatores contribuintes para o risco de desenvolver a DLFT. Conclusão: Dado isso, a análise de literatura recente mostrou que a genética continua sendo o fator de risco mais favorável para doenças neurodegenerativas. Além disso, fatores ambientais e relacionados a traumatismos cranianos também possuem associação com a patologia, mas sem muita comprovação ainda. Sendo assim, não existe conhecimento suficiente para promover mudanças no estilo de vida para prevenir a DLFT em nível populacional.

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