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VOZES ANTIFEMINISTAS NAS REDES SOCIAIS – UMA ANÁLISE DE CONTEÚDO
Author(s) -
Matheus Costa França,
Márcia Guedes Vieira,
Ana Lúcia Figueiró
Publication year - 2018
Publication title -
programa de iniciação científica - pic/uniceub
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2595-4563
DOI - 10.5102/pic.n3.2017.5821
Subject(s) - humanities , philosophy , political science
Esta pesquisa buscou mapear conteúdos antifeministas elaborado por mulheres edisponibilizados em redes sociais, blogs, sites, canais do Youtube e estabelecer umacomparação com os conteúdos e fundamentos teóricos feministas, a fim de compreender quaisos principais pontos de oposição ao feminismo, seus argumentos e se o conteúdo antifeministademonstra compreensão dos conceitos aos quais está combatendo. O papel da mulher nasociedade vem sofrendo profundas mudanças em diversas culturas ao redor do globo. Omovimento feminista desempenha um papel fundamental em tais mudanças. No Brasil, omovimento vem ganhando força nos últimos anos, e a internet tem sido um instrumentoimportante para a divulgação e o compartilhamento de opiniões e ideias. Em oposição aomovimento feminista, o movimento antifeminista também ganhou voz e utiliza o espaçocibernético, com páginas, blogs e canais virtuais para disseminar seu discurso. As refutaçõesao feminismo encontram fundamento nas relações sociais, materiais e de produção ancoradasno pensamento patriarcal e senhorial que definiu as relações sociais e de poder no Brasil.Adotou-se a perspectiva de pesquisa qualitativa, do tipo exploratória. O método utilizado foi ode análise de conteúdo, abordando a técnica temática-categorial. O objeto de estudo foiconstituído por três fontes escolhidas para análise. A primeira fonte foi constituída pelafundamentação teórica do feminismo na bibliografia adotada. A segunda foi formada pelosgrupos posicionados a favor do movimento feminista nas redes sociais. A terceira foicomposta pelos grupos posicionados contra o movimento feminista nas redes sociais. Autilização do método de análise de conteúdo possibilitou perceber a grande discrepância deopiniões das duas agendas, assim como a clara disseminação de discursos de ódio e deinformações sem fundamentação teórica do discurso antifeminista. Foi possível observar queas páginas antifeministas no Facebook têm menos seguidores comparadas aos blogs e páginasrelacionados aos movimentos feministas, além disso as páginas antifeministas não conseguem se manter no ar por muito tempo e sofrem críticas sistemáticas de feministas e de páginas feministas conscientizadoras

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