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Prevalência, fatores de risco e co-relação entre Questionário de Expectativas e Satisfação (QESP) associados à depressão pós-parto em um hospital público do Distrito Federal
Author(s) -
Déborah Álvares do Nascimeto,
Régis Eric Maia Barros,
Marcelo Costa Cronemberger Marques
Publication year - 2019
Publication title -
programa de iniciação científica - pic/uniceub - relatórios de pesquisa
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2595-4563
DOI - 10.5102/pic.n1.2018.6402
Subject(s) - medicine , humanities , gynecology , philosophy
PROBLEMA: Frente à maternidade, a mulher se depara com a necessidade de reorganização social, pessoal, familiar e sexual, além das mudanças na sua imagem corporal e identidade feminina e nas flutuações hormonais. Todos esses fatores são possíveis geradores de estresse, cansaço tanto físico quanto emocional tornando-a mais vulnerável ao desenvolvimento de transtornos psicopatológicos. OBJETIVOS: Este estudo visa analisar a prevalência e os fatores de risco relacionados à depressão pós-parto (DPP) em um hospital público do Distrito Federal. Ademais, objetiva-se relacionar o questionário de experiência e satisfação com o parto (QESP) com o desenvolvimento de DPP. MÉTODOS: Em uma amostra de 184 mulheres em puerpério imediato foi aplicada uma entrevista semiestruturada para identificar os perfis epidemiológicos e alguns fatores de risco para DPP. A partir de 6 semanas após o parto foi aplicada a Escala de Depressão pós-parto de Edimburgo (EPDS) para identificar as mulheres com pontuação >= 10, avaliado com DPP. RESULTADOS: A prevalência de DPP na população estudada foi de 21,28%. A história prévia de depressão esteve relacionada com aumento do risco para DPP, bem como ter considerado interromper a gestação do puerpério atual. Não houve relação estatisticamente relevante entre o QESP e o surgimento de DPP. CONCLUSÃO: A prevalência de DPP encontrada no estudo está um pouco acima da prevalência mundial, mas é semelhante aos países subdesenvolvidos, assim como o Brasil. Os fatores de risco encontrados são compatíveis com os prováveis mecanismos envolvidos na fisiopatologia da doença e, por isso também, se justifica não ter havido relação significativa entre o QESP o desenvolvimento de DPP

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