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Efeitos da equoterapia na qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária
Author(s) -
Gabriella dos Santos,
Sarah Santos Gonçalves,
Alessandra Vidal Prieto
Publication year - 2022
Publication title -
programa de iniciação científica - pic/uniceub - relatórios de pesquisa
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2595-4563
DOI - 10.5102/pic.n0.2020.8280
Subject(s) - gynecology , medicine
A incontinência urinária é uma disfunção do assoalho pélvico, reconhecida pela queixa deperda involuntária da urina. Trata-se de uma condição incapacitante e embaraçosa queacomete milhões de pessoas de todas as idades, principalmente as do gênero feminino,afetando negativamente a qualidade de suas vidas nos aspectos sociais, físicos, psicológicose sexuais. Os estudos atuais demonstram a influência significativa da IU na função sexual demulheres. A disfunção sexual (DS) é definida como qualquer comprometimento de uma dasfases do ciclo sexual. Embora existam recursos terapêuticos utilizados, tanto na IU como naDS voltados para a integridade da musculatura do assoalho pélvico (MAP), pois esta temgrande importância no controle da continência e na sustentação dos órgãos pélvicos, umaterapia em franca ascensão, que trabalha dissociação pélvica pouco estudada, para IU e DS, éa equoterapia. Refere-se a um conjunto de técnicas terapêuticas que utiliza o cavalo a partirde uma abordagem interdisciplinar nas áreas da saúde. Uma das características maisimportantes para a equoterapia é o que o passo do cavalo produz e transmite ao cavaleiro.Uma série de movimentos sequenciais e simultâneos, que resulta em um movimentotridimensional.Surge, então, o interesse em pesquisar a eficácia da equoterapia comotratamento para a incontinência urinária e disfunção sexual em mulheres. Trata-se de umestudo experimental, realizado em parceria com o Centro de Equoterapia Apoiar e o Centrode Atendimento Comunitário do UniCEUB (CAC). A amostra foi composta por uma mulher de69 anos, diagnosticada com incontinência urinária, sexualmente ativa e que não apresentouequinofobia. Realizou-se 12 sessões de Equoterapia, com duração de 30 minutos. Ao final daintervenção, foi possível identificar redução do número de perda e da quantidade de urina,ganho de força muscular dos músculos do assoalho pélvico, melhora da consciência corporalquanto às músculos responsáveis pela continência, repercussões físicas e psicológicas, comconsequente melhora na qualidade de vida e da função sexual.

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