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Aumento na taxa de detecção do vírus HIV entre jovens de 15 a 24 anos na região Centro-oeste de 2006 a 2017
Author(s) -
Ana Júlia Souza Malheiros,
Anna Luiza Zapalowski Galvão,
Gérson Fernando Mendes Pereira
Publication year - 2021
Publication title -
programa de iniciação científica - pic/uniceub
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2595-4563
DOI - 10.5102/pic.n0.2019.7586
Subject(s) - humanities , human immunodeficiency virus (hiv) , philosophy , physics , medicine , virology
A O HIV, Vírus da Imunodeficiência Humana, é um retrovírus causador da Síndrome daImunodeficiência Adquirida (aids). O jovens são segmentos populacionais que apresentamfragilidade e vulnerabilidade e são considerados populações prioritárias na prevenção doHIV. Isso está atrelado ao amadurecimento sexual que em grande parte não vemacompanhado do amadurecimento emocional e cognitivos, expondo-os a fatores de riscopara a transmissão do vírus. A detecção do HIV no Brasil em jovens de 15 a 24 anosapresenta um aumento de 26% nos últimos anos em oposição aos dados que avaliam outrasfaixas etárias, os quais evidenciaram uma queda na incidência de novos caso do vírus. Naregião Centro-Oeste (CO) este aumento foi ainda mais significativo. Dessa forma, o estudotem como objetivo compreender a razões que justificam o aumento das taxas de detecçãodo HIV em jovens de 15 a 24 anos no CO e Brasil. A pesquisa é um estudo quantitativo,ecológico de delineamento descritivo e foi feita por meio dos dados disponibilizados pelaPesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP) do anos de2008 e 2013. Após a análise dos dados foi possível encontrar comportamentos de risco napopulação brasileira assim como falhas importantes sobre as formas de prevenção econtaminação com o vírus da Aids. Destacam-se a diminuição do número de testagens, aideia de que existe cura para a síndrome citada e redução no uso do preservativo emrelações casuais. Apesar do amplo acesso a insumos de prevenção demonstrados na análisedas PCAPs, os jovens apresentam um comportamento sexual de risco, que pode estaratrelado às relações afetivas estáveis com parceiro fixo ou casual e à interferência do látexno preservativo, além da concepção de que há uma cura para doença ou que esta tem boasperspectivas de tratamento. Portanto, a partir do estudo foi possível concluir que énecessário fomentar a prevenção direcionada à essa faixa etária, ao incentivar a educaçãosexual, fornecendo conhecimento a respeito dessa patologia e sua forma de transmissãoalém importância do uso do preservativo e elucidar que apesar da doença ter um amplotratamento, ainda é incurável.

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