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Feios, sujos e muito, muito malvados
Author(s) -
M. Russo
Publication year - 1969
Publication title -
travessia
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2594-7869
pISSN - 0103-5576
DOI - 10.48213/travessia.i71.152
Subject(s) - movie theater , humanities , art , art history
É possível analisar, numa perspectiva diacrônica, a evolução do imaginário fílmico sobre as migrações. Existe um cinema militante (sobretudo nas últimas três/quatro décadas) que é fruto do trabalho e da reflexão de diretores ou grupos de pesquisa (produção de documentários, por exemplo) preocupados com o fenômeno migratório. Mas existe no cinema hollywoodiano clássico, aquele cinema hegemônico que inunda as salas do mundo inteiro, uma forma estereotipada de ver os migrantes. Esta produção de estereótipos condiciona a própria história do cinema e a evolução cinematográfica do século XX e XXI. Quais são as imagens, os estereótipos, as banalizações com as quais foi arquivada a figura do migrante no cinema hollywoodiano? Neste artigo traçamos uma breve introdução sobre a visão de italianos e latinos no cinema dos Estados Unidos, enfatizando o nascimento dos estereótipos sobre os migrantes.

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