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Efeito de um protocolo de exercícios craniocervicais na redução da frequência e intensidade das crises de migrânea em comparação ao grupo placebo – ensaio clínico randomizado
Author(s) -
Mariana Tedeschi Benatto,
Lidiane Lima Florêncio,
Marcela Mendes Bragatto,
Fabíola Dach,
César FernándezdelasPeñas,
Débora BevilaquaGrossi
Publication year - 2021
Publication title -
deleted journal
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2763-6178
DOI - 10.48208/headachemed.2021.supplement.3
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução Pacientes com migrânea apresentam alterações musculoesqueléticas e dor cervical. Por meio da fisiopatologia da doença, é possível entender a relação entre a migrânea e a coluna cervical. Entretanto, a eficácia de exercícios craniocervicais em pacientes com migrânea ainda não foi verificada. Objetivo Verificar a eficácia de um protocolo de exercícios crâniocervicais na redução da frequência e intensidade das crises de migrânea. Métodos Foi realizado um ensaio clínico randomizado com follow-up de 3 meses. O grupo intervenção (n=21) realizou por 8 semanas um protocolo de exercícios craniocervicais, enquanto o grupo placebo (n=21) recebeu, durante oito semanas, aplicação de ultrassom terapêutico desligado na porção média do trapézio superior. Os desfechos primários foram frequência e intensidade das crises de migrânea, verificados pelo diário de dor. Os desfechos secundários foram o desempenho muscular no craniocervical flexion test (CCFT), força e resistência cervical, associados à eletromiografia de superfície. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética local (CAAE 56102016.4.0000.5440) e registrado no Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (RBR-8gfv5j). Resultados Uma regressão linear mista foi realizada, com p 0,05). Para os desfechos secundários, observou-se uma redução da amplitude da atividade eletromiográfica dos músculos escaleno anterior e trapézio superior nos últimos estágios do CCFT (p≤0,01) e dos músculos escaleno anterior e esplênio da cabeça durante o teste de resistência (p≤0,04) no grupo intervenção após 8 semanas. Conclusão A realização de exercícios craniocervicais não é superior ao placebo para reduzir frequência e intensidade das crises de migrânea. Entretanto, os exercícios promoveram uma melhor ativação dos músculos cervicais durante o CCFT e o teste de resistência.

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