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Como ler “Introdução à Revolução Brasileira” de Nelson Werneck Sodré? Textualismo, contextualismo linguístico e contextualismo social
Author(s) -
Rosângela da Silva
Publication year - 2020
Publication title -
tempo da ciência
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1981-4798
pISSN - 1414-3089
DOI - 10.48075/rtc.v26i52.24525
Subject(s) - humanities , philosophy , art
Nelson Werneck Sodré publicou, em 1958, a obra intitulada “Introdução a Revolução Brasileira” na qual afirmava que o Brasil vivenciava um processo revolucionário. Nesta obra, o autor apresenta os entraves que historicamente impediram o desenvolvimento da referida revolução - o imperialismo e os restos feudais ainda existentes em nossa sociedade – e também apresenta o agente visto por ele como capaz de conduzir este processo: a classe média, ou mais especificamente a burguesia nacional com o apoio de uma fração da classe militar. Indica, ainda, qual seria o rumo ou direção que a revolução deveria tomar: pautada no nacionalismo e na manutenção e consolidação da democracia. Diante do exposto, apresento uma análise desta obra entendendo-a como uma elaboração de um projeto político para a sociedade brasileira. Para tanto, a proposta é utilizar três abordagens metodológicas distintas: (1) o textualismo de Leo Strauss; (2) o contextualismo linguístico de Quentin Skinner; (3) o “contextualismo social” de Neal Wood e Ellen Meiksins Wood.

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