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Iniciação Científica na Universidade Federal do Espírito Santo: egressos e evolução
Author(s) -
Alan Diniz Salazar,
Antonio R. F Neto,
Ludmila Gonçalves Martins,
Neyval Costa Reis,
Valdemar Lacerda,
Fábio Luiz Partelli
Publication year - 2021
Publication title -
revista brasileira de pesquisa em saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2446-5410
pISSN - 2175-3946
DOI - 10.47456/rbps.v22i4.35453
Subject(s) - humanities , physics , psychology , medicine , philosophy
Introdução: A iniciação científica visa incentivar a carreira científica dos estudantes de graduação, preparando-os para a pós-graduação e para uma melhor atuação profissional. Objetivos: Analisar o desempenho acadêmico (ingresso ou não de pós-graduação) de estudantes que fizeram a iniciação científica em relação aos estudantes que não participaram de nenhuma edição da iniciação científica. Métodos: Trata-se de um levantamento baseado no total de estudantes egressos da graduação, que participaram da iniciação cientifica na edição 2012/13 e uma amostra de conveniência de estudantes matriculados em 2013/1, que não realizaram iniciação cientifica na Ufes. Os estudantes foram separados em grupos e verificados quanto ao ingresso em cursos de pós-graduação. Os estudantes que participaram da iniciação científica foram separados em bolsistas e voluntários. Resultados: Os estudantes que participaram da iniciação científica se destacam quanto ao ingresso em cursos de pós-graduação quando comparados aos estudantes que não fizeram iniciação científica. Na coorte dos que realizaram a iniciação científica, os bolsistas apresentaram melhor percentual de ingresso em programas de mestrado e doutora/do (47,2% e 22,7%, respectivamente). Também se observa nos últimos anos, um crescimento do número de subprojetos aprovados. O crescimento ocorre em praticamente todas as Áreas do Conhecimento. A Área de maior número de subprojetos na atualidade é de Área de Ciências da Saúde. Conclusão: Os dados reforçam que ter bolsa de iniciação científica aumenta a chance de ingresso em programas de mestrado e doutorado, e que, o crescimento da iniciação científica impacta significativamente no crescimento da pós-graduação.

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