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Marcas da historicidade e da centralidade do espaço urbano: o caso do Mercado Central de Pelotas-RS
Author(s) -
Maria Thereza Rosa Ribeiro
Publication year - 2020
Publication title -
sociedade em debate
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-0204
pISSN - 1414-9869
DOI - 10.47208/sd.v26i3.2792
Subject(s) - humanities , art , philosophy
O foco desta apresentação é a historicidade construída pelos citadinos nos espaços centrais da cidade de Pelotas. A referência empírica de centralidade é o Mercado Público o qual recebeu uma intervenção urbanística entre 2009 e 2012, que resultou numa mudança na paisagem urbana advinda da multifuncionalidade do uso do espaço e da dinâmica de consumo dos frequentadores. O estudo capta as ações dos citadinos, em cujas práticas produzem formas de convivência no espaço urbano que deixam vir à cena conflitos, consensos, exclusão social (gentrificação). A análise faz uso de fontes secundárias sobre a história do Mercado Central de Pelotas , com vistas a conhecer o significado do Mercado Público  enquanto herança de tempos pretéritos que integra o conjunto arquitetônico histórico de Pelotas, reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN, 2006; 2012). A concepção de história do lugar abrange as categorias “isotopia”, lugar do mesmo, mesmo lugar; “heterotopia”, o outro lugar e o lugar do outro; e, “u-topia”, o não-lugar, o lugar do alhures, na perspectiva crítica de Henri Lefebvre, em suas obras O direito à Cidade ([1968], 2001) e a Revolução urbana ([1970], 2008).

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