
Jogos musicais para o desenvolmento e aprendizagem de crianças de 06 a 10 anos
Author(s) -
Natália Benevenuto de Souza,
Guilherme C.C.F.
Publication year - 2021
Publication title -
latin american journal of development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2674-9297
DOI - 10.46814/lajdv3n4-001
Subject(s) - humanities , art , psychology , philosophy
O som está presente em nossa vida a todo instante, em diversas ações do dia-a-dia. Quando não o reproduzimos, ao menos o escutamos, ora reproduzido por pessoas ora por um objeto, um veículo, uma máquina. De alguma forma, o Homem sempre esteve à busca da combinação que sons que agradassem aos ouvidos e expressassem emoções, ou seja, a música. Com relação à presença da música na história da humanidade, podemos afirmar que como linguagem sempre esteve presente nas diversas culturas para comunicar sentimentos humanos (COLL; TEBEROSKY, 2004)
Dentre tantas maneiras de se utilizar o som, o fazer musical está em evidência nesta pesquisa. A música está ligada à vivência do indivíduo, à expressão humana e por meio de jogos musicais há possibilidade de promoção de desenvolvimento além da expressividade, mas também pela socialização e integração com diversas áreas do conhecimento humano. Ensinar algo às crianças exige uma metodologia de ensino que as chamem para o aprendizado. Se utilizarmos algo que elas gostam e se identificam para iniciar a atividade ou até mesmo para atingir o objetivo, adiantamos grande parte do seu trabalho de aprendizagem, pois uma das coisas mais difíceis para o profissional é fazer a criança se interessar pela atividade, ainda mais quando ela não sabe ou não entende qual o objetivo daquilo que está fazendo.
Trabalhar jogos musicais com crianças com dificuldades de aprendizagem é uma possibilidade de intervenção do psicopedagogo, e, sem dúvida, um elemento prazeroso, pois sem que a criança perceba, algo está sendo introduzido aos conhecimentos dela de maneira lúdica. Não significa que o psicopedagogo deve trabalhar somente jogos musicais, mas que esse momento possa ser trabalhado num determinado momento ao longo do atendimento, seja clínico ou institucional.