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Influência da frutosemia crônica sobre parâmetros de crescimento e desenvolvimento, maternos, fetais, bioquímicos e estresse oxidativo de ratas wistar
Author(s) -
Luana Zin,
Ana Tonello,
S. C. R. Souza,
Luiz Carlos Cichota,
Alexandre Umpierrez Amaral,
Irany Achiles Denti
Publication year - 2021
Publication title -
latin american journal of development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2674-9297
DOI - 10.46814/lajdv3n2-026
Subject(s) - chemistry , microbiology and biotechnology , biology
Neste estudo objetivamos descrever os efeitos da administração crônica de frutose sobre parâmetros gestacionais, crescimento e desenvolvimento, bioquímicos e estresse oxidativo  de ratas Wistar. Trata-se de um experimento onde foram utilizadas duas gerações de ratas (Rattus norvegicus) da linhagem Wistar prenhas, provenientes do Biotério da URI distribuídas nos grupos controle (6 animais) e tratado (24 animais). Após a constatação da prenhes os animais foram separados em grupos, tratados com ração contendo frutose nas concentrações (65,40,30 e 20%) da ração diária contendo frutose e as do grupo controle recebeu ração normal. Os resultados mostraram alterações no peso ao desmame da primeira geração, no número e no peso dos fetos da segunda geração, comparados aos controles. Testes bioquímicos mostraram alterações estatisticamente significativas na ureia, creatinina, colesterol total, triglicerídeos e glicemia. A enzima Aspartato Amino Transferase (AST) e Alanina Amino Trasnferase (ALT) mostraram alterações para os grupos 65 e 20%. No tecido hepático a concentrações do ácido tiobarbitúrico (TABRS) mostrou alterações para os grupos 40 e 20%; sulfidrilas paro o grupo 20%; atividade da Glutationa Oxidada (GSH) para os grupos 40 e 30% e Catalase (CAT) para o grupo 30%. Os mesmos marcadores mostraram alterações para TBARS e sulfidrilas para o grupo 20%; GSH para o gruo 30%; Superóxido Dismutase (SOD) para o grupo 65% e CAT nos grupos 30 e 20%, no tecido renal, comparados ao grupo controle. Os dados são consistentes e evidenciam o envolvimento da frutose na redução da fecundidade, na gênese de distúrbios do metabolismo lipídico, glicêmico, da função hepática, renal e indução do estresse oxidativo. O estudo aponta para a vulnerabilidade do período gestacional relativo a ingestão de dietas ricas em frutose e a redução do consumo seria promissora para a prevenção do baixo peso ao nascer, dos distúrbios devidas ao metabolismo hepático, renal, lipídico, glicêmico e de estresse oxidativo.

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