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Atividade Antibacteriana de Frutas do Nordeste Brasileiro sobre Bactéria Cariogênica
Author(s) -
Carlos Eduardo Mendes D’Angelis,
Abner Nicolas da Silva,
Nair Amélia Prates Barreto,
Karina Andrade de Prince,
Ana Cristina Carvalho Botelho,
Ana Cristina Morseli Polizello,
Augusto César Cropanese Spadaro
Publication year - 2020
Publication title -
unimontes científica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2236-5257
pISSN - 1519-2571
DOI - 10.46551/ruc.v22n1a01
Subject(s) - chemistry , streptococcus mutans , traditional medicine , biology , bacteria , medicine , genetics
a cárie dentária é um grande problema de saúde pública em muitos países. Algumas regiões do Brasil são mais afetadas como o Norte e o Nordeste. A atividade antibacteriana frente à Streptococcus mutans representa um alvo terapêutico interessante para o estudo e controle da cárie dentária, já que este micro-organismo é reconhecido como um importante agente causador da formação de placa dental e cárie dentária. Objetivo: o objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade antimicrobiana, frente à S. mutans, da polpa de frutos nativos da região Nordeste do Brasil: Spondias mombin L. (cajazeira), Spondias purpurea L (sirigueleira) e Spondias tuberosa (umbuzeiro). Metodologia: as frações clorofórmica, hexânica, acetato de etila e Aquosa de polpas de fruta integral dessas espécies foram obtidas através do processo de partição líquido-líquido. Realizou-se teste de difusão em ágar, caracterizando os extratos quanto ao seu potencial antimicrobiano frente à S. mutans, elegendo-se o de maior atividade para realização da concentração inibitória mínima - CIM. Resultados: as frações hexânica, acetato de etila e clorofórmica de cajá apresentaram expressiva atividade antimicrobiana frente a S. mutans nos ensaios de disco-difusão, sendo eleita para o teste de CIM. O teste revelou atividade inibitória de 0,01 mg/mL, 0,78 mg/mL e 0,02 mg/mL para as frações hexânica, clorofórmica e acetato de etila, respectivamente. Conclusão: conclui-se que as frações hexânica, clorofórmica e acetato de etila de cajá apresentaram interessante efeito antimicrobiano, principalmente as frações mais apolares, e, merecem estudos mais aprofundados quanto a sua atividade biológica.

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