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Geoambientes no Pantanal do Abobral, Mato Grosso do Sul, Brasil
Author(s) -
Roberta Franco Pereira de Queiroz,
Guilherme Resende Corrêa,
Frederico Gradella,
Gabriel Miranda Paranaíba Bernardes,
Carlos Ernesto Gonçalves Reynaud Schaefer,
Maria de Lourdes Pinheiro Ruivo
Publication year - 2017
Publication title -
boletim do museu paraense emílio goeldi. ciências naturais
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2317-6237
pISSN - 1981-8114
DOI - 10.46357/bcnaturais.v12i2.390
Subject(s) - geography , forestry
A depressão do Pantanal está sujeita à inundação anual, alagando a maior parte da planície e criando enorme heterogeneidade de unidades da paisagem ou de geoambientes. O Pantanal do Abobral é uma sub-região que compõe o Pantanal. O estudo teve como objetivo caracterizar as unidades ambientais do Pantanal do Abobral, utilizando-se de atributos físico-químicos dos solos. A paisagem foi estratificada pelas condições de hidromorfismo, fitofisionomia, relevo e solos. No Geoambiente Cordilheira, área não alagável, verificou-se ocorrência de conchas de caramujos enterradas no solo, o que influenciou na presença de Chernossolos. Esse Geoambiente apresentou os maiores estoques de C-org e de teores de fósforo disponíveis. A ocorrência de horizontes petrocálcicos nas Cordilheiras contribui para a deciduidade da vegetação e para a estabilidade daquelas frente aos processos erosivos. Nos ambientes sazonalmente alagados, Lagoa Intermitente, Campo com Cambará e Corixo, ocorrem Planossolos de maneira generalizada, o que contribui para a manutenção de níveis temporários mais elevados do lençol freático, devido ao horizonte B plânico com caráter vértico.

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