Da ‘educação do campo’ à ‘educação quilombola’:
Author(s) -
José Maurício Arruti
Publication year - 2011
Publication title -
raízes revista de ciências sociais e econômicas
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2358-8705
pISSN - 0102-552X
DOI - 10.37370/raizes.2011.v31.325
Subject(s) - humanities , philosophy
O elemento central na justificativa de uma “educação do campo” é a nova atenção e importância que se deve dar ao vínculo entre terra, território e escola. Mas, se levarmos a sério esta recomendação, acabaremos por perceber que existem muito mais modos de se relacionar com a terra do que aqueles previstos sob a categoria de “camponês”, “agricultor familiar” e “trabalhador rural”, que em geral descrevem as “populações do campo” e que estão na base da reflexão sobre a “educação do campo”. Isso implica reconhecer que, se a crítica que a “educação do campo” faz às escolas convencionais é positiva, seu modelo educacional produz também um viés homogeneizante.
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