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AVALIAÇÃO DO SEGUIMENTO DA SÍFILIS CONGÊNITA 2016-2019 EM VITÓRIA-ES
Author(s) -
Mara Rejane Barroso Barcelos,
Eliane de Fátima Almeida Lima,
Arlete Frank Dutra,
Tatiane Comerio,
Cândida Çaniçali Primo
Publication year - 2022
Publication title -
journal of human growth and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
SCImago Journal Rank - 0.218
H-Index - 11
eISSN - 2175-3598
pISSN - 0104-1282
DOI - 10.36311/jhgd.v32.12513
Subject(s) - medicine , gynecology
Introdução: a sífilis congênita continua sendo um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo as infecções fetais antenatais as principais causas de morbidade e mortalidade global.Objetivo: analisar os casos de sífilis congênita e um indicador de resultado da qualidade da assistência ao binômio mãe/ recém nascido em Vitória (ES), no quadriênio 2016-2019.Método: estudo de abordagem quantitativa, que avaliou o indicador “seguimento da sífilis congênita”. Os dados foram coletados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), referentes ao período de 1.º de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2019. As informações referentes ao seguimento dos RN com SC ocorreram mediante busca em prontuário eletrônico, no período de 1.º de agosto de 2020 a31 de março de 2021.Resultados: no quadriênio 2016-2019, o município de Vitória teve 169 casos de sífilis congênita, pelo critério ano de diagnóstico. Esse indicador foi decrescente ao longo do quadriênio: 64 casos em 2016 (37,9%), 43 em 2017 (25,4%), 37 em 2018 (21,9%) e 25 em 2019 (14,8%). O teste não treponêmico foi reagente em 62,7% dos casos. Em 10,7%, houve alterações na análise laboratorial do líquor; 3%, alteração no exame de ossos longos; 5,3%, teste não treponêmico reagente no líquor; e 11,8% apresentaram-se sintomáticos ao nascimento. A taxa de incidência sífilis congênita, que em 2016 se encontrava em 14,65/1000 nascidos vivos, chegou a 5,58/1000 nascidos vivos em 2019. O indicador de seguimento dos casos de sífilis congênita que nasceram vivos foi de 69,8% em 2016, 79,5% em 2017, 84,4% em 2018 e 85,7% em 2019.Conclusão: houve significativa redução do número de casos de sífilis congênita, da taxa de incidência da doença e melhoria progressiva do seguimento da sífilis congênita, tendo, como diretriz, o Plano de Enfrentamento da Sífilis.

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