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COMPARAÇÃO DA EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA PRECOCE EM PACIENTES SUBMETIDOS A TRANSPLANTE RENAL COM RINS DE DOADORES VIVOS E FALECIDOS, NA CIDADE DE CASCAVEL-PR
Author(s) -
Gabriela Cristina Dantas,
Julia Amaro Galão,
Laura Luisa Pompeo,
Lavinia Vigo Titenis,
Fábio Luiz de Souza,
Vanessa Schnekenbeg Martins Uscocovish
Publication year - 2020
Publication title -
fag journal of health (fjh)
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2674-550X
DOI - 10.35984/fjh.v2i2.188
Subject(s) - medicine , humanities , gynecology , philosophy
O transplante renal é o tratamento de escolha para muitos pacientes que sofrem de insuficiência renal terminal e possui poucas contraindicações. Existem dois tipos de doadores: os falecidos e os vivos. A legislação brasileira permite, no caso de doadores vivos, a doação entre parentes de até quarto grau, já no caso de doação proveniente de doador falecido, o receptor precisa estar inscrito na lista única de receptores de rim do seu estado e aguardar um rim compatível oriundo de indivíduos que foram a óbito devido à morte encefálica. As técnicas cirúrgicas de ambos os casos possuem suas singularidades. No doador vivo, a retirada do rim ocorre simultaneamente à preparação do receptor, ou seja, o tempo de isquemia entre a retirada do rim do doador até chegar ao receptor é mínima. Já quando o doador é falecido, o órgão precisa ser preservado até chegar ao seu devido receptor, sendo que o tempo de isquemia não deve ultrapassar 36-48 horas em solução de conservação. Será realizado um estudo exploratório do tipo descritivo com coleta de dados em prontuários médicos localizados no Hospital Salete e na clínica Renalclin na cidade de Cascavel no Paraná. Foram avaliados 40 prontuários médicos, sendo 14 de transplante intervivos e 26 de doador falecido. A média da evolução da diurese do grupo com doadores vivos manteve-se sempre acima das médias do grupo de doadores falecidos. Já em relação a razão de redução da creatinina (CCR2), o grupo intevivos obteve função imediata do enxerto, enquanto o grupo de doadores cadáveres obteve função retardada do enxerto. O presente trabalho tem como objetivo fazer um comparativo entre a evolução pós-operatória imediata até a alta de pacientes submetidos a transplante renal com rins de doadores falecidos e vivos, utilizando dados como a evolução da creatinina e da diurese e o tempo de internamento, avaliando se há diferenças significativas entre o grupo que recebeu o rim de doador vivo e o grupo de doador cadáver e se essas divergências estão de acordo com a literatura mundial.

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