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Morfofisiologia do Capim-tifton 85 manejado intensivamente sob corte
Author(s) -
José Antônio Alves Cutrim Júnior
Publication year - 2014
Publication title -
acta tecnológica
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 2236-1774
pISSN - 1982-422X
DOI - 10.35818/acta.v9i1.126
Subject(s) - tifton , biology , cynodon , horticulture , forage , agronomy
O trabalho foi conduzido no Núcleo de Ensino e Estudos em Forragicultura- NEEF/DZ/CCA/UFC, no período de agosto a setembro de 2007, objetivando avaliar o crescimento do capim-tifton 85 (Cynodon sp.). Numa área de 1250 m2, a partir de oito dias de rebrotação após uma roçada intensa e a intervalos de dois dias, foram realizadas leituras da intercepção de radiação fotossinteticamente ativa (IRFA) e do índice de área foliar (IAF). Foram avaliados ainda nas mesmas datas as massas secas de forragem total (MSFT), de forragem morta (MSFM), de forragem verde (MSFV), de lâmina foliar verde (MSLV) e de colmo verde (MSCV), a partir de medições do fluxo de biomassa, da densidade populacional de perfilhos (DPP) e do índice gravimétrico. Todas essas variáveis aumentaram ao longo do período de descanso, atingindo o máximo acúmulo de massa seca aos 28 dias com uma IRFA de 95%. A DPP máxima foi obtida aos 26 dias, enquanto a DPP máxima de perfilhos aéreos ocorreu aos 24 dias. A relação folha/colmo (F/C) decresceu ao longo do período de descanso. Tomando-se os dados de MSFT e área foliar, foram ajustados modelos polinomiais em função da idade do dossel, obtendo-se as estimativas de MSFT e área foliar para cada idade do dossel. Em seguida, estimaram-se os valores instantâneos para a taxa de crescimento relativo (TCR), taxa de assimilação líquida (TAL), razão de peso foliar (RPF), razão de área foliar (RAF) e área foliar específica (AFE). A TAL, a TCR e a RPF decresceram com o avançar da idade. A RAF e a AFE aumentaram ao longo do período de descanso. O capim-tifton 85 manejado sob corte deve ser utilizado a cada 28 dias, quando o objetivo for minimizar as perdas de forragem por senescência. Prolongamentos no período descanso além dessa idade podem favorecer a produção total de forragem, mas acarretam comprometimentos na sua qualidade e riscos à persistência do pasto.

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