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PERFIL DA HANSENÍASE NO ESTADO DA PARAÍBA NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS
Author(s) -
Damiana Gomes da Silva,
Joingrid Maria de Assis Sarmento,
Joyce Caroline Nazário Dantas,
Talina Carla da Silva
Publication year - 2020
Publication title -
revista interdisciplinar em saúde
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2358-7490
DOI - 10.35621/23587490.v7.n1.p1414-1426
Subject(s) - humanities , scielo , medicine , philosophy , political science , medline , law
Objetivo: Traçar o perfil da hanseníase no Estado da Paraíba nos últimos dez anos. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, tendo como base levantamento bibliográfico de artigos científicos selecionados por critérios previamente convencionados. Utilizou-se as bases de dados LILACS/SCIELO, para coleta de informações relacionadas ao perfil da hanseníase no Estado da Paraíba nos últimos dez anos. A presente revisão é composta por 06 (seis) artigos, sendo respectivamente 4 Lilacs e 2 Scielo. Resultados: A hanseníase apresenta-se como uma doença infectocontagiosa que atinge elevada magnitude em nível de Brasil, onde a Paraíba aparece como um dos Estados de maior endemicidade do País. Dentre as regiões paraibanas, as que destacam-se com maior número de casos são Cajazeiras, Itaporanga, Catolé do Rocha, Piancó e Serra do Teixeira, outras regiões também observadas foram Guarabira, Esperança, João Pessoa e Seridó Oriental. O perfil da população de maior susceptibilidade está entre indivíduos do sexo masculino, entre as idades de 25 a 60 anos, não-alfabetizados ou com pouco nível de escolaridade, baixo nível econômico. Quanto a cor/raça alguns estudos revelam a prevalência em pardos, porém outros não referenciam esse dado. A forma clínica de predomínio na Paraíba foi a Diforma, seguida pela Tuberculóide e Virchowiana. Sendo por classificação operacional/tratamento, a Multibacilar (MB). A OMS vem investindo para redução ou erradicação desta doença, tanto que em 1991 assumiu o compromisso de eliminar o bacilo até o ano 2000. O objetivo ainda não foi conquistado, no entanto, os índices ainda que altos, apresentam- se em continua redução. Conclusão: Essa patologia acomete principalmente indívíduos com déficit de informações e pouco nível de escolaridade o que acaba estando diretamente ligado ao processo saúde-doença, elencando principalmente a atuação da ESF (Estratégia de Sáude da Família) como ponto chave na busca ativa por novos casos, tratamento e acompanhamento do indivíduo bem como de sua família.Palavra chave: Hanseníase. Epidemiologia. Monitoramento. Caracterização da Hanseníase.

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