
Condutas na Estenose da Carótida
Author(s) -
Márcia Maiumi Fukujima,
Alberto Alain Gabbai
Publication year - 1999
Publication title -
revista neurociências
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1984-4905
pISSN - 0104-3579
DOI - 10.34024/rnc.1999.v7.8971
Subject(s) - medicine , gynecology
Estenose de carótida pode ser assintomática ou sintomática, manifestando-se por ataque isquêmico transitório ou infarto cerebral. Quando assintomática evolui com risco de 10% ao ano de evento clinico vascular carebral. 0 principal exame para diagnóstico é o ultra-som doppler de carótidas, porém não se recomenda esse exame rotineiramente para a população geral, reservando-se para os casos de alto risco vascular. Nas últimas duas décadas têm sido realizados vários estudos randomizados para definição de condutas nas estenoses carotideas. Com base nesses estudos, recomenda-se endarterectomia para estenose sintomática 70% se não houver Contra-indicações ao procedimento, e também para estenoses assintomaticas 60%, porém considerando-se cautelosamente o risco cirúrgico do serviço. Caso não haja indicação de cirurgia, os pacientes devem submeter-se a tratamento clinico, que no caso de estenose assintomática constitui-se do controle dos fatores de risco aterotrombotico e nos casos de estenose sintomática, além do controle dos fatores de risco, utiliza-se droga antiagregante plaquetaria.