z-logo
open-access-imgOpen Access
Hipotensão Ortostática
Author(s) -
Diana Paula de Souza Rêgo Pinto Carvalho,
José Geraldo de Camargo Lima
Publication year - 1995
Publication title -
revista neurociências
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
eISSN - 1984-4905
pISSN - 0104-3579
DOI - 10.34024/rnc.1995.v3.9027
Subject(s) - medicine , gynecology , philosophy
Por muitos anos, o problema da hipotensão ortostetica tem estado na sombra da hipertensão arterial. Tem sido pouco reconhecida, pouco investigada e conseqüentemente pouco tratada. Muitas doenças podem levar a hipotensão ortostatica. Em alguns pacientes pode ester associada a lesão primária do sistema nervoso autônomo, enquanto que em outros pode ser secundária a moléstias freqüentes como o diabetes, ou moléstias mais raras como a amiloidose. Eventualmente está presente em pacientes com defeitos bioquimicos rarissimos como a deficiência de dopamina-g-hidroxilase e a hyperbradicinemia. No passado, erroneamente, os pesquisadores admitiam que medir a pressão epos o paciente assumir a postura em pé par 2 a 10 minutos, já era suficiente para descartar a hipotensão ortostatica. Recentemente foi descrita a hipotensão ortostatica tardia que só pode ser detectada se a pressão arterial for medida 13 a 30 minutos após o paciente ficar em P6. Neste artigo é atualizado o conhecimento da epidemialogia, do controle autonômico, do diagnóstico, da fisiopatologia e do tratamento farmacológico e não farmacológico desta entidade.

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here