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Graça e Sprezzatura em Baldassar Castiglione
Author(s) -
Maria Teresa Ricci,
Cristiane Maria Rebello Nascimento
Publication year - 2019
Publication title -
revista limiar
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2318-423X
DOI - 10.34024/limiar.2014.v2.9266
Subject(s) - philosophy , humanities , physics
Partindo da análise da etimologia da palavra “graça”, a autora analisa a teoria de Castiglione, condensada na frase “quem tem graça, é grato”, que indica tanto um sentido ativo, quanto um sentido passivo da palavra “graça”. Para receber a graça de seu príncipe, o nobre cortesão deve ser gracioso. A “graça”, portanto, torna-se um ornamento e uma estratégia. A “graça” nasce de uma “regra universal”: evitar afetação e demonstrar certa indiferença – sprezzatura. Sprezzatura, que implica disprezzo, desdém, é dissimulação da arte e similação de natureza. É o produto de uma longa “fadiga” que deve ficar completamente escondida. A “graça” pode ser, deste modo, resumida no oxímoro: arte sem arte.

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