z-logo
open-access-imgOpen Access
CULTIVO DO TOMATEIRO SANTA CRUZ IRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA DOMÉSTICA E ADUBADO COM VERMICOMPOSTO DE LODO DE CURTUME
Author(s) -
Ananda Heleunes Cunha,
Eliana Paula Fernandes,
Jonas Alves Vieira,
Fernando Godinho de Araújo
Publication year - 2017
Publication title -
multi-science journal
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2359-6902
DOI - 10.33837/msj.v1i6.126
Subject(s) - chemistry , horticulture , biology
A solução para o tratamento de resíduos como o lodo de curtume pode ser a vermicompostagem. Manter o potencial nutritivo, para aplicação agrícola como no cultivo de tomate, e também utilizar água residuária doméstica, pode amenizar a contaminação de meio ambiente. Neste contexto, o objetivo do trabalho foi avaliar a produção de tomate Santa Cruz Kada (paulista) irrigado com água residuária doméstica e adubado com vermicomposto de lodo de curtume. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 6 x 2, totalizando doze tratamentos com cinco repetições. Os tratamentos foram: quatro vermicompostos de lodo de curtume (25% de Lodo de curtume+Esterco bovino – T1; 25% de Lodo de curtume+Casca de arroz – T2; 50% de Lodo de curtume+Esterco bovino – T3 e 50% de Lodo de curtume+Cinza de cana – T4), adubação convencional (T5) e testemunha (sem adubação – T6) e dois tipos de água de irrigação (água de abastecimento e água residuária). O tomate foi transplantado e conduzido em vasos com volume útil de seis litros, tutorado com estacas de bambu e mantidos duas hastes por planta em cada vaso. Os vermicompostos e o solo utilizados foram caracterizados física e quimicamente, assim como a água residuária doméstica, que foi analisada qualitativamente. Nos frutos de tomate foram realizadas análises de: peso, medidas de diâmetros longitudinal e transversal; pH e oBrix. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as comparações entre as médias dos tratamentos foram realizadas pelo teste de Tukey a 5%. Para os resultados obtidos o T2 apresentou maior valor de peso dos frutos assim como de produção (6,68 kg) e diâmetro longitudinal. Para os valores de pH dos frutos de tomate se destaca o T4 com valor de 4,40, o que não difere dos demais tratamentos, com exceção do T1. Para os diferentes tipos de água (A1 e A2) observa-se que os T3 e T5 possuem maiores valores de pH e oBrix. Conclui-se que a produção de tomate pode ser adotada como destinação final da água residuária e do lodo de curtume, resultado em produção satisfatória, principalmente com doses menores de lodo (25%).

The content you want is available to Zendy users.

Already have an account? Click here to sign in.
Having issues? You can contact us here
Accelerating Research

Address

John Eccles House
Robert Robinson Avenue,
Oxford Science Park, Oxford
OX4 4GP, United Kingdom