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Plantas medicinais usadas por moradores de uma área de floresta decídua espinhosa, Ceará, Brasil
Author(s) -
Lilian Cortez Sombra Vandesmet,
Janete de Souza Bezerra,
Marta Maria de Almeida Souza,
Helen Kerla Rodrigues Cabral Coelho,
Karina Vieiralves Linhares,
Ana Cleide Alcântara Morais Mendonça,
Alison Honório de Oliveira,
Maria Arlene Pessôa da Silva
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i9.7517
Subject(s) - biology , humanities , traditional medicine , art , medicine
Objetivo: realizar um estudo etnobotânico das plantas medicinais utilizadas por comunidade rural localizada em uma área de floresta decidual espinhosa (Caatinga) em Altaneira, Ceará, Brasil, identificar as espécies, a diversidade de usos, as espécies mais versáteis, as indicações terapêuticas e sistemas corporais, bem como indicar as espécies utilizadas na medicina tradicional, descritas na literatura como nocivas à saúde se utilizadas de forma inadequada. Metodologia: a pesquisa ocorreu no período de novembro de 2013 a fevereiro de 2014. Para a obtenção dos dados etnobotânicos foram realizadas entrevistas com auxílio de questionário com perguntas semiestruturadas. Para avaliar a versatilidade no uso, foi analisada a importância relativa (IR) das plantas citadas pelos informantes locais e avaliadas as espécies que mais se destacaram nos sistemas corporais com base no fator de consenso do informante. Resultados: foi registrado um total de 79 espécies distribuídas em 36 famílias utilizadas no tratamento de 75 enfermidades. As famílias mais expressivas em número de espécies foram Fabaceae (10), Asteraceae (8), Lamiaceae (8), Rutaceae (4) e Euphorbiaceae (4). Dentre as espécies listadas as que apresentaram valor de IR>1 foram: Bryophyllum pinnatum, Mentha spicata, Rosmarinus officinalis, Melissa officinalis, Ruta graveolens, Myracroduon urundeuva, Amburana ceaerensis, Helianthus annuus, Plectranthus amboinicus e Brassica rapa. Conclusão: tais espécies podem ser indicadas para estudos, farmacológicos com vistas a comprovar sua eficácia e/ou sua toxicidade, visando uma utilização mais segura.

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