
O brinquedo terapêutico instrucional como ferramenta na assistência oncológica infantil
Author(s) -
Jéssica Maria Lins da Silva,
Ana Júlia da Costa Monteiro,
Eliana Soares Coutinho,
Leilane Beatriz da Silva Cruz,
Lorrane Teixeira Araújo,
Wesley Brandão Dias,
Paula Costa
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i7.4253
Subject(s) - humanities , psychology , philosophy
O uso do brinquedo terapêutico durante o processo de internação infantil proporciona uma comunicação efetiva entre profissional e a criança e prevê ainda uma assistência integral, a qual usa intervenções que diminuam ou eliminam o sofrimento físico e psicológico experimentado pela as crianças e seus familiares, logo propicia um cuidado mais humanizado. Com este estudo, objetivou-se descrever as vivências de acadêmicos de enfermagem sobre atividades educativas assistenciais realizada em um hospital oncológico infantil através do uso de brinquedos terapêuticos instrucionais. Trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa na modalidade relato de experiência, sob a fundamentação teórica e metodológica da problematização do Arco de Maguerez, o qual é composto por cinco etapas, a saber: 1 – Observação da Realidade; 2 – Levantamento de Pontos-chave; 3 – Teorização; 4 – Hipóteses de Solução e 5 – Retorno a Realidade. Decidiu-se realizar ações educativas focando na necessidade terapêutica das crianças para desenvolverem um enfrentamento eficaz acerca dos procedimentos realizados. Como principais resultados o brinquedo terapêutico mostrou-se um eficiente dispositivo para o preparo e desenvolvimento social, intelectual e emocional da criança até mesmo durante a internação, com a redução de tensão e a mitigação de sentimentos como medo e insegurança. Baseado no exposto salienta-se a relevância de uma assistência voltada ao usuário embasada em um olhar holístico e em um cuidado acolhedor, com formas inovadoras e lúdicas a fim de promover a ressignificação quanto ao processo de hospitalização infantil.