
Análise epidemiológica do sarampo entre os estados brasileiros que fazem fronteira com outros países, Brasil, 2015 a 2018
Author(s) -
Lidiane Assunção de Vasconcelos,
José Natanael Gama dos Santos,
Amanda Silva Arenhardt,
Amanda Maria de Almeida Moreira,
Hilton José Vaz,
Jéssika Lima Silva,
Victor de Jesus Ramos,
Idehize Oliveira Furtado Lima,
Fabiane de Jesus Monteiro Teixeira,
Jéssica Luciana dos Santos Pereira
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i6.3583
Subject(s) - medicine , humanities , philosophy
O sarampo é uma doença de notificação compulsória causada por uma infecção viral aguda que ocorre pelo contato com gotículas emitidas por pessoas infectadas e sua prevenção se faz por vacinas. O objetivo deste estudo é fazer uma análise epidemiologia do sarampo entre os estados brasileiros que fazem fronteira com outros países. Pesquisa documental de natureza quantitativa pelo método estatístico. Buscou - se como fonte de dados o Sistema de Informações Hospitalares do SUS /Datasus, no período de 2015 a 2018. Para análise dos dados epidemiológicos adotou-se como ferramenta os programas Word e Excel, sendo os dados apresentados em tabelas. Os resultados analisados no período de 2015 a 2018 mostram que as internações por sarampo subiram 05 para 835 nos estados fronteiriços, sendo que os Estados de Roraima e Amazonas foram responsáveis por 94,32% dessas hospitalizações e a faixa etária predominante eram menores de 4 anos, com 60,72% e o Pará destaca-se com a menor cobertura vacinal nos 4 anos avaliados com 57,63%. Conclui-se que a cobertura vacinal da maioria dos Estados se manteve abaixo da meta de 95%, evidenciando fragilidades no controle da doença e como consequência aumento das hospitalizações, além do processo migratório ter contribuído para um desequilíbrio no processo saúde - doença nestas regiões. Esse estudo pode ser melhorado com outros trabalhos, que abordem as buscas ativas feitas pelas ESF em relação a vacinas e novas estratégias vacinais no ambiente escolar.