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Composição florística do banco de sementes em área de recuperação aos dez anos de idade no sul do país
Author(s) -
Íris Cristina Bertolini,
Luciano Farinha Watzlawick,
Talyta Mytsuy Zanardini Galeski Sens,
Ana Paula Vantroba,
Jaqueline Aparecida Schran,
Cristiano André Pott,
Sebastião Brasil Campos Lustosa
Publication year - 2020
Publication title -
research society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i5.3174
Subject(s) - baccharis , humanities , biology , forestry , horticulture , geography , botany , asteraceae , art
O trabalho teve como objetivo conhecer a densidade e a composição de espécies do banco de sementes da serapilheira e do solo em uma área de recuperação, em Guarapuava, PR. Foram instaladas 50 parcelas de área fixa (100m² cada), realizado o censo florestal e definido três tratamentos em função da área basal, sendo: inferior – T1, intermediária – T2 e superior – T3. Foram coletadas 25 amostras de solo e 25 de serapilheira ao final de cada estação e levadas para a casa de vegetação por um período de 8 meses para a emergência das plântulas, com avaliação mensal, identificação e contagem. Foram identificados 17.303 indivíduos, pertencentes a 80 espécies e 42 famílias. Destas, 89,6 % são herbáceas, pertencentes a 62 espécies e 31 famílias e 10,4%, são espécies florestais/arbustivas, pertencentes a 18 espécies e 14 famílias. As espécies florestais/arbustivas mais representativas foram M. scabrella e Baccharis sp. com 492 e 1.051 indivíduos, respectivamente. A estação inverno obteve maior número de plântulas, seguido do verão e outono, diferindo estatisticamente da primavera. Na parte interna da floresta foram amostrados o maior número de espécies, de indivíduos e de espécies florestais do que em relação à borda, tendência observada nas estações e também em relação às amostras de solo quando comparadas às amostras de serapilheira. A similaridade entre o banco de sementes e a regeneração foi alta (0,48) e entre o banco de sementes e o estrato arbóreo foi menor (0,28). Sugere-se que a área sem intervenção tem conseguido se desenvolver e estabelecer novas espécies.

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