
Perfil sociodemográfico e comportamental dos pacientes em tratamento hemodialítico em Teresina, Estado do Piaui
Author(s) -
Rosane da Silva Santana,
Alan Danilo Teixeira Carvalho,
Maria do Amparo Ferreira Santos e Silva,
Sunamita Rodrigues De Castro,
Francisco Ricardo de Alcântara,
Mariely Silva da Conceição,
Leonardo Felipe Pereira da Silva,
Tamires Kelly dos Santos Lima Costa,
Thalita Monteiro da Silva,
Ana Luiza Barbosa Negreiros,
Érica Jorgiana dos Santos de Morais,
Edilice da Costa Silva,
Rihama Layla Rodrigues Costa,
Beranice Araújo de Sousa
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i12.11305
Subject(s) - medicine , gynecology
No Brasil, o número de pacientes com Doença Renal Crônica (DRC) mantém-se elevado, estima-se que 11 a 22 milhões de indivíduos manifestem alguma disfunção renal, numa amostra de 200 milhões de pessoas. A hemodiálise (HD) aparece como Terapia Renal Substitutiva e oferece melhor qualidade de vida aos pacientes. O objetivo do estudo foi identificar o perfil sociodemográfico, econômico e comportamental dos pacientes renais crônicos em terapia hemodialítica. Estudo quantitativo com abordagem descritiva realizado no Serviço de Arquivamento Médico e Estatístico de uma clínica privada de nefrologia em Teresina-PI. Foram incluídos no estudo, os pacientes em tratamento por hemodiálise com idade acima de 18 anos e excluídos aqueles que apresentaram doenças infecciosas ou com sorologias positivas para hepatite C. A mostra final foi composta por 174 pacientes. Para coleta de dados, utilizou-se um questionário fechado. Os dados foram digitados e organizados em planilhas do Excel e importados para o Programa SPSS versão 20.0 para a análise descritiva. Os resultados mostraram que 71,8% dos pacientes em tratamento por hemodiálise eram sexo masculino, 44,2% tinham idade acima dos 60 anos, 77,2% ensino fundamental incompleto/completo, 40,2% raça negra, 72,9% casados, 79,8% possuíam religião católica e 93,1% recebiam um salário mínimo. Os principais antecedentes patológicos foram hipertensão, diabetes, glomerunefrite, cardiopatias, problemas crônicos de rins policísticos. E quanto aos hábitos comportamentais, 54% eram sedentários, 33,3% tabagista e etilista, 21,8% etilista e 12,6% tabagista. Esses resultados são fundamentais para que sejam implementadas Políticas em Saúde mais efetivas na prevenção das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis, principalmente na DRC que tem aumentado significativamente nos últimos anos.