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Levantamento epidemiológico dos casos de dengue, febre chikungunya e vírus Zika na macro região noroeste do Estado do Paraná no período de 2015 a 2020
Author(s) -
Matheus de Souza Martinuci,
Marcella Ribeiro da Costa,
Marisangela Isabel Wietzikoski Halabura,
Wanessa de Campos Bortolucci,
Suelen Pereira Ruiz,
Carla Maria Mariano Fernandez,
Maria Graciela Iecher Faria,
Nelson Barros Colauto,
Giani Andréa Linde,
Juliana Silveira do Valle,
Zilda Cristiani Gazim
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i12.10950
Subject(s) - chikungunya , dengue fever , zika virus , aedes aegypti , yellow fever , humanities , geography , biology , virology , virus , art , ecology , larva
Aedes aegypti transmite doenças arbovirais de importância para a saúde pública como vírus Zika, dengue, febres chikungunya e amarela. O surgimento rápido e contínuo de vírus transmitidos por estes artrópodes representa um sério desafio. Vários fatores, como urbanização, aumento de viagens e mudanças climáticas estão contribuindo para surtos locais e disseminação global. Objetivo: este estudo consistiu em um levantamento epidemiológico dos casos de dengue, febre chikungunya e vírus Zika  na macrorregião noroeste do estado do Paraná. Metodologia: foi realizado um levantamento dos casos de dengue, febre chikungunya e vírus zika na macrorregião noroeste do Estado do Paraná registrados no período correspondente de 2015 a 2020; teve como base as notificações na forma de boletins semanais fornecidas pela Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, apresentados na forma de semanas epidemiológicas. Resultados: verificou-se que os casos/mortalidade por  dengue foram os mais expressivos, quando comparados aos casos/mortalidade por febre  chikungunya e  Zika vírus no período analisado. O aumento ou diminuição dos casos/mortalidade entre as três doenças não ocorreram de forma proporcional, e esta constatação pode ser evidenciada na semana de número 36 apresentando maiores casos de vírus da zika (93 casos); e a semana de número 43 com 97288 casos e 78 mortes de dengue, contra 2 casos de febre chikungunya e 1 caso de vírus da zika. Conclusão: até a presente data não existe uma forma efetiva de erradicação deste culicídeo.  Recomenda-se desta forma, a adoção de medidas sócio-educativas para conter a disseminação do A. aegypti.

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