
Necessidade do aprendizado de língua de sinais para melhor comunicação médico-paciente
Author(s) -
Júlia Rachel Ferreira Meneses,
Manoel Vítor Silva Almendra,
Rebeca Mirelle Noronha Lima,
Sara de Castro Eloy,
Giovanna Louise Bezerra Lima,
Tiago de Oliveira Azevedo,
Lucas Rodrigo Portella Rodrigues,
Antônio Oliveira da Silva Neto,
Clesivane do Socorro Silva do Nascimento,
Renata Paula Lima Beltrão,
Augusto César Beltrão da Silva
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i11.10445
Subject(s) - psychology , humanities , philosophy , medicine
Objetivo: Evidenciar e discutir, através de uma revisão de literatura, as principais características da comunicação na relação médico-paciente surdo, bem como suas implicações no atendimento em saúde. Metodologia: Revisão de Literatura Integrativa, cujos artigos foram buscados nas bases de dados SciELO e BVS, entre 2010 e 2020. Seguindo os critérios de inclusão, totalizaram-se 8 estudos selecionados para análise, dos quais 100% (8) foram publicados em periódicos nacionais. Resultados e discussão: Concluiu-se que a comunicação tem sido explorada pelas ciências da saúde na busca de estratégias que fortaleçam as relações entre os profissionais da área e a população com deficiência auditiva assistida por eles. São evidenciadas a importância do ato comunicativo com pacientes deficientes auditivos e, paralelamente aos aspectos assistenciais, a necessidade de os profissionais da saúde se atentarem para os parâmetros envolvidos no ato comunicativo que validam a comunicação não verbal durante as consultas. Conclusão: Foi observado que o tema tem sido explorado pelas ciências na busca de estratégias que fortaleçam a relação médico-paciente deficiente auditivo, porém ainda se encontra de maneira escassa na literatura científica. Persistem, no cenário de assistência à saúde, as fragilidades do modelo oralizado de comunicação e a necessidade de amparar os profissionais da área de saúde com saberes que proporcionem o exercício de práticas comunicativas não verbais, a fim de assegurar uma assistência integrada em saúde para pessoas surdas e com deficiência auditiva.