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Relação médico-paciente surdo: uma revisão bibliográfica dos últimos 10 anos
Author(s) -
Heliton José Baquil Araújo,
Yana Lara Cavalcante Vasconcelos,
Illana Maria Lages Silva,
Antonio Levi Farias Borba,
Glória Maria Barroso Rodrigues Andrade,
Brisa Pires Sales,
Ryan Manoel Lima de Barros,
Humberto Gabriel de Albuquerque Magalhães,
João Sales Ramos,
Romirez Nunes Diniz,
Luis Fernandes de Sousa Santos,
Lara Santos Sá Lima,
LOURRAINE PASSOS HOLANDA,
Maria Clara dos Santos Moura,
João Lucas Melo de Aguiar Gomes,
Renata Paula Lima Beltrão,
Augusto César Beltrão da Silva
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i10.9233
Subject(s) - humanities , philosophy
Este artigo tem como objetivo analisar as relações médico-paciente surdo e suas barreiras comunicativas na última década, além de buscar soluções para melhorar essa falha. Trata-se de uma revisão bibliográfica de literatura científica, na qual realizou-se um levantamento de dados eletrônicos nas bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e SciELO. Realizou-se a pesquisa a partir das palavras-chaves obtidas pelo Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e filtros em português e inglês e entre o período de 2010 a 2020 e dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério da Saúde de maneira não sistemática. Percebeu-se que, o pouco conhecimento a respeito da Libras e uma infraestrutura inadequada para o acolhimento dos pacientes surdos colabora para que maioria dos profissionais médicos não ofereça uma assistência de qualidade a eles, sendo comum a contratação de intérpretes pelos hospitais e unidades de atendimento para possibilitar a abordagem comunicativa. Entretanto, mesmo que os intérpretes possuam conhecimento de Libras, o respeito ao sigilo do paciente e as questões éticas médicas não são impostos a eles. Assim, devido à baixa estimulação durante a formação acadêmica, ainda são poucos os profissionais que se comunicam adequadamente com os pacientes surdos. A adaptação das infraestruturas hospitalares e o ensino da Libras durante a formação destes profissionais podem ajudar a ultrapassar as barreiras de comunicação entre o médico e o paciente surdo e, consequentemente, melhorar o atendimento.

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