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Padrões de ocorrência do COVID-19 nos municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e a vulnerabilidade social
Author(s) -
Hélia Kawa,
Dayse Mary da Silva Correia,
Marina Soares de Almeida e Silva,
Micael Paes Lessa,
Sarah Pientznauer Ozório Costa,
Juliana Vianna de Freitas,
Melissa Corrêa Leal Gardengui,
Beatriz Nayra Dias de Andrade,
Isabela Oliveira Alves da Silva,
Jessyca Martins Lima da Silva,
Lara Toretta Campo Dall’Orto,
Arthur Willkomm Kazniakowski,
Cínthia Melo Arêas,
Larissa dos Santos Sebould Marinho,
Sarah Melo da Costa,
Maria Luiza Garcia Rosa
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i10.8454
Subject(s) - geography , covid-19 , humanities , political science , medicine , art , disease , pathology , infectious disease (medical specialty)
O Estado do Rio de Janeiro tem a maior proporção de municípios com piores índices de vulnerabilidade ao Covid-19 (IVC) do sul e sudeste. Objetivo: descrever os padrões de ocorrência da pandemia do COVID-19 nos 18 municípios da Região Metropolitana do Rio do Janeiro, considerando a vulnerabilidade ao vírus. Resultados: Os gráficos mostram tendência à estabilização da epidemia, a exceção de São Gonçalo que apresenta tendência crescente e Itaguaí, decrescente. Houve uma associação moderada, positiva e significativa entre os indicadores de vulnerabilidade sugerindo que as maiores incidências ocorreram em municípios menos vulneráveis, em municípios com menores proporção de população preta e parda e com maior número de ubs/habitante, e essas correlações não diminuíram nos último dois meses. Conclusão: A COVID-19 se disseminou de forma desigual. Municípios menos vulneráveis apresentaram mais casos e apenas um município da região apresentou tendência à redução de casos. A importância da divulgação de informações sobre o funcionamento das UBS e as políticas de atendimento e monitoramento de sintomáticos, além da testagem dos contatos ficou clara para permitir um adequado acompanhamento dos padrões de disseminação da doença visando contribuir para a orientação das atividades de controle dirigidas ao enfrentamento da epidemia.

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