
Aspectos da comercialização e perdas pós-colheita de beterraba em diferentes segmentos varejistas
Author(s) -
Deucleiton Jardim Amorim,
Lusiane de Sousa Ferreira,
Joselice Rodrigues de Sousa,
Edmilson Igor Bernardo Almeida,
Joseane Barbosa Araújo,
Hayver Olaya Téllez,
Geolane Barbosa Araujo,
José Roberto Brito Freitas,
Washington da Silva Sousa
Publication year - 2020
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v9i10.8191
Subject(s) - agricultural science , horticulture , humanities , art , biology
A comercialização in natura de hortaliças pode ser limitada por defeitos físicos, fisiológicos e até mesmo os biológicos. Diante disso, objetivou-se avaliar a qualidade, comercialização e perda pós-colheita da beterraba em diferentes segmentos comerciais de Chapadinha (MA). A pesquisa foi realizada através da aplicação de questionários em 20 estabelecimentos, que compreenderam feiras livres, supermercados e verdurões. As entrevistas abrangeram perguntas referentes ao preço, volume ofertado, qualidade, consumo e perdas pós-colheita de beterraba. A caracterização da qualidade foi realizada através da coleta de 30 amostras por segmento, nas quais aferiram-se o peso com casca, peso sem casca, comprimento, diâmetro e sólidos solúveis. Concluiu-se que os supermercados apresentam os melhores atributos de qualidade, em termos de comprimento (8,15 cm), diâmetro (7,3), peso com e sem casca (228,56g e 205,34 g, respectivamente), bem como o preço mais acessível (R$ 3,25). Quanto às perdas, as principais causas são as desordens fisiológicas e danos mecânicos. A feira livre tem os maiores percentuais de perdas pós-colheita (16,11%), seguido dos verdurões (5,49%) e supermercados (2,41%). É importante a adoção de boas práticas pós-colheita e gerenciais para melhorar a qualidade dos produtos ofertados, preços praticados e redução das perdas de beterraba.