
Mortalidade por malformações congênitas em aparelho circulatório em menores de 1 ano na região Sudeste do Brasil entre 2014 e 2019
Author(s) -
Suzana Cássia Feltrin Alves,
Frederico Augusto Oliveira Teixeira,
Gabriela Andrade Franco,
Giulia Isadora Cenci,
Jessica Corrêa Pantoja,
Lara Stephanie Aparecida de Souza Jacob,
Diana Katalina Castaneda Vieira,
Leonardo Marcondes Rodrigues,
Juliana Sousa Candido,
Érika Quinsan de Carvalho
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i5.27993
Subject(s) - physics , medicine , humanities , gynecology , geography , philosophy
Objetivo: Analisar os índices de mortalidade por malformações congênitas em aparelho circulatório em crianças menores de 1 ano na região Sudeste do Brasil entre os anos de 2014 e 2019. Métodos: Trata-se de um estudo ecológico de série temporal realizado através da análise quantitativa e qualitativa da amostra composta pelos óbitos de crianças menores de 1 ano, em decorrência de malformações congênitas em aparelho circulatório, na região Sudeste brasileira no período decorrido entre 2014 e 2019. Os dados foram coletados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), disponibilizados por meio do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Foram incluídas todas as notificações realizadas durante o intervalo de seis anos estudado e excluídas as informações não computadas pelo SIM. A análise dos aspectos epidemiológicos partiu das seguintes variáveis: ano de óbito, Unidade da Federação (UF), local de ocorrência, cor/raça e sexo. Resultados: Foi computado o total de 9.884 óbitos, distribuídos de maneira pouco variável entre os anos observados. Destes, 51,82% ocorreu no estado de São Paulo; 94,55% em ambiente hospitalar; 62,09% em crianças de cor/raça branca e 53,3% em crianças do sexo masculino. Conclusão: O presente estudo elucidou e relacionou os aspectos epidemiológicos dos óbitos por malformações congênitas em aparelho circulatório em crianças menores de 1 ano entre 2014 e 2019, contribuindo, assim, para o reconhecimento do impacto destas condições sobre a vida da criança e da importância de medidas diagnósticas precoces na redução da mortalidade.