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Vigilância epidemiológica da encefalopatia espongiforme bovina no Maranhão: fiscalização de alimentos fornecidos a ruminantes em propriedades rurais
Author(s) -
Waldívia Dias Oliveira,
Giselle Mesquita de França Galvão,
Nancyleni Pinto Chaves,
Danilo Cutrim Bezerra,
Luciano Santos da Fonseca,
Viviane Correa Silva Coimbra
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i5.27934
Subject(s) - vigil , physics , humanities , geography , art , archaeology
Objetivou-se caracterizar o sistema de vigilância epidemiológica da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) no estado do Maranhão, no período de 2016 a 2019. A pesquisa foi realizada por meio de um estudo descritivo, com uma abordagem quantitativa, utilizando dados secundários provenientes do registro das fiscalizações às propriedades rurais executadas pelo Serviço Veterinário Oficial. No período estudado foram realizadas 526 fiscalizações para vigilância dos alimentos fornecidos a ruminantes em estabelecimentos de criação, sendo 98,9% fiscalizações provenientes da vigilância ativa e 1,1% de vigilância passiva. Dos 217 municípios do estado do Maranhão, em 20,3% foram realizadas fiscalizações com registro de três casos de ingestão de proteína de origem animal (cama de aviário) por bovinos com confirmação laboratorial no período avaliado. Com relação à caracterização das propriedades observou-se que 54,8% das fiscalizações foram realizadas em propriedades com bovinocultura de corte; 56,7% com sistema de criação extensivo; 60,3% com alimentação dos ruminantes a base de pastagem associada a concentrados e/ou suplementos. Constatou-se, ainda, que 20,0% das fiscalizações foram realizadas em propriedades com presença de avicultura industrial/comercial, 18,3% com presença de cama de aviário, sendo que em cinco propriedades (1,0%) houve relato do uso de cama de aviário na alimentação de ruminantes. Os resultados apontam a necessidade da vigilância contínua em propriedades identificadas como potencialmente de risco quanto ao possível uso de proteínas de origem animal na alimentação de ruminantes no estado do Maranhão, pois apesar da sua proibição, ainda é praticado o uso de cama de aviário para alimentar bovinos.

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