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Análise da cirurgia fetal como tratamento para mielomeningocele: reparo fetoscopia versus reparo aberto uma revisão sistemática
Author(s) -
João Victor Carvalho da Paz,
Gilmara Santos Melo Duarte,
Clenilson de Jesus Cutrim,
Fernanda Kellen Carvalho Barcelos Castro,
Letícia Chaves Véras do Rosário,
Raissa Cristina Abreu Pinheiro,
José da Costa Goulart Neto,
Natália Darvila Magalhães Nascimento,
Ana Paula Diniz Alves,
Layana Cristina Diniz Araújo,
Beatriz Calsolari Ranha,
Carlos Matheus Teixeira Oliveira,
Jayme Pamponet de Cerqueira Neto,
Denise Ribeiro Guimaraes Borges Salgado,
Dinamara Azevedo Pires Leal
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i4.27480
Subject(s) - gynecology , physics , medicine
Introdução: a mielomeningocele (MMC) é a forma mais grave de espinha bífida caracterizada pela protrusão da medula espinhal e das meninges através de um defeito na coluna vertebral e um espectro de manifestações clínicas, incluindo hérnia do rombencéfalo, hidrocefalia, déficits neurológicos sensoriais e motores, disfunção intestinal, e disfunção urinária. Objetivos: analisar a cirurgia fetal como tratamento para mielomeningocele (MMC), comprando o reparo fetoscopia e o reparo aberto.Método: foi realizada uma pesquisa bibliográfica computadorizada, utilizando os descritores: meningomielocele, espinha bífida, disrafismo espinhal, reparo, fechamento, reparo pré-natal, assistência pré-natal, cirurgia fetal e in útero, nas seguintes bases de dados (SciELO, Revista Brasileira de Neurocirurgia e PubMed). Resultados: analisamos 11 estudos e não encontramos diferença na mortalidade ou na taxa de colocação de shunt para hidrocefalia. O reparo fetoscópico percutâneo foi associado a taxas mais altas de ruptura prematura de membranas e parto prematuro (96 vs. 81%) em comparação com o reparo aberto, enquanto o reparo fetoscópico por laparotomia materna reduziu nascimento prematuro. Discussão: o reparo fetoscópico é uma alternativa promissora para o reparo aberto da MMC fetal com menor risco de deiscência uterina; no entanto, as técnicas fetoscópicas devem ser otimizadas para superar a alta taxa de deiscência e vazamento no local de reparo da MMC. Conclusão: com base nos resultados de nossa meta-análise, as principais limitações do reparo fetoscópico de MMC são a ruptura prematura de membranas (PROM) e uma alta taxa de deiscência ou vazamento no local de reparo de MMC que requer revisão pós-natal.

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