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Doença hemolítica do recém-nascido (eritroblastose fetal): do diagnóstico ao tratamento
Author(s) -
Paulo Sérgio da Paz Silva Filho,
Alaíde Silva Lemos,
Rosiane Leal dos Santos,
Yaskara Raissa de Pádua Sampaio,
Camila Pinheiro Santiago Silva,
Fernanda Maria Silva,
Ana Alinne Gomes da Penha,
Larissa Rodrigues Vieira,
Mirla Fernanda Lacerda Bastos,
Letícia Santos de Carvalho Teixeira,
Lillian Lettiere Bezerra Lemos Marques,
Maria Clara Cronemberger Guimarães Serzedo,
Brenda Steffane Viana Vasconcelos,
Douglas Bento das Chagas,
Thaynara Alves Rodrigues Paulo da Silva,
Maria Gabriela Santos Ribeiro,
Maria Divina dos Santos Borges Farias,
Tom Ravelly Mesquita Costa,
Wesley Douglas da Silva Terto
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i4.27377
Subject(s) - humanities , scielo , gynecology , medicine , philosophy , political science , medline , law
O objetivo principal de estudo é revisar a literatura em relação à etiologia da eritroblastose fetal dando ênfase a fisiologia da mesma. Citando as formas de diagnóstico da doença, variações nas práticas terapêuticas ao longo dos anos e seu impacto no prognóstico. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. foram consultadas as seguintes bases de dados: Medical Publications (PubMed), Scopus (Elsevier), Google acadêmico e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Foram utilizados os seguintes termos nas bases de dados: Eritroblastose fetal, Sistema ABO, Sistema Rh, Diagnóstico e Tratamento. Dentro do recorte temporal de 2017 a 2022. Os 19 estudos selecionados abordados são amplamente discutidos, em vários aspectos, tais como a importância do diagnóstico da DHPN, como a sua prevenção. Além do mais, dentre os artigos selecionados, nota-se que a busca por uma terapêutica eficaz é constante em pacientes acometidos pelo DHPN, exibindo novas descobertas e ampliando cada vez mais as possibilidades disponíveis. A partir disso, é importante ressaltar que novas políticas de saúde devem ser implantadas visando minimizar os casos da patologia, como por exemplo, cursos de atualização e capacitação para todos profissionais que estejam diretamente ligados à obstetrícia, bem como palestras acessíveis para a população em idade fértil em geral, priorizando casais que estejam esperando seu segundo filho.

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