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Perfil clínico-epidemiológico dos pacientes com fraturas em ossos da mão, atendidos em hospital de referência da amazônia ocidental
Author(s) -
Thiago Vaz Lopes,
Ennely Mendonça Gutzeit,
Silvecler Cortijo de Campos,
Breno de Oliveira Chagas Barreto,
Camila Wehbe,
Guilherme Hortêncio Vinha,
Iara Vaz Lopes,
Josiel Neves da Silva,
Juliana Costa Rodrigues,
Raissa Santos Reimann,
Saraí Vieira Ferraz
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i4.26596
Subject(s) - medicine , gynecology , humanities , philosophy
As mãos são um importante órgão de percepção e performance, sendo constituídas por 27 ossos cada. As fraturas nesses ossos são comuns e levam a importantes consequências funcionais e econômicas, de forma que o diagnóstico e tratamento adequados são primordiais para uma correta recuperação. O objetivo desse estudo é conhecer o perfil clínico-epidemiológico dos pacientes atendidos no serviço de emergência de um hospital e pronto-socorro de referência em Rondônia. Analisou-se os prontuários dos pacientes atendidos entre janeiro e março de 2021, em seguida os dados dos prontuários daqueles pacientes que se adequavam aos critérios de inclusão e exclusão foram tabulados em uma planilha do Excel. Assim, 50 pacientes foram incluídos no estudo. A idade média foi de 36,89 anos (13-92), o sexo masculino foi o mais acometido, 90% (45/50), a maioria dos pacientes (43) apresentava somente uma fratura e as fraturas ocorreram predominantemente no lado direito, 54,38% (31/57). Dentre todos os 50 pacientes não houve óbitos. Em apenas 34% (17/50) dos casos o mecanismo do trauma foi descrito, sendo acidente automobilístico, 35,29%, e acidente de trabalho, 23,52%, os mais prevalentes. Percebe-se que a prevalência de fraturas da mão ocorreu no sexo masculino com idade média de 36,89 anos o que se assemelha a outros estudos aqui comparados, tanto ao analisar o gênero quanto o aumento a partir da terceira década. Além disso, a maioria tinha somente uma fratura e o mecanismo do trauma mais comum foi o por acidente automobilístico.

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