
Identificação precoce da sepse pela equipe de enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva através dos sinais e sintomas: revisão narrativa
Author(s) -
Jhônata Santos Brito,
Núbia Cristina Rocha Passos,
Cristian Dornelles,
Joycianne Ramos Vasconcelos de Aguiar,
Ítalo Taveira dos Santos,
Ianaê Gomes dos Santos,
Antônio Lucas Farias da Silva,
Vitor Ferreira Ramos,
Claudia Cristina Augusto Rodrigues Vieira,
Matheus Neres Batista,
Emerson Galdino Rodrigues dos Santos
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i3.25855
Subject(s) - medicine , humanities , gynecology , philosophy
A Sepse é definida como uma disfunção do organismo causada por uma resposta desregulada na infecção, em diferentes estágios clínicos de um mesmo processo fisiopatológico. O presente estudo teve como objetivo descrever quais os sinais e sintomas que antecedem a sepse os profissionais de enfermagem podem identificar de forma precoce em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva – UTI’s. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura fundamentada a partir de uma pesquisa bibliográfica a partir de uma pesquisa bibliográfica realizada em julho de 2020 nas respectivas fontes de dados: Medical Literature Analysis and Retrieval System Oline (Medline) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Resultados: O enfermeiropor trabalhar diretamente com o cuidado ao paciente beira-leito, tem a possibilidade de identificar as primeiras alterações clínicas dos sinais e sintomas que antecedem a sepse como por exemplo: taquicardia (88,5%), taquipnéia (79,2%), oligúria (78,1%), hipotermia (75,2%), hipotensão (67,1%), hipertermia (30,2%), dessaturação (12,7%), Rebaixamento do Nível de Consciência (RNC) (5,5%). Contudo, os profissionais de enfermagem tem certa dificuldade na identificação precoce da sepse na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), seja pela complexidade que o paciente se encontra, falta de protocolo em algumas instituições ou até mesmo pela falta de conhecimento sobre este processo clínico.