COVID-19: a historicidade das terapêuticas no primeiro ano da Pandemia
Author(s) -
Daniel Andolfatto,
Leïla Zanatta,
Lucimare Ferraz
Publication year - 2022
Publication title -
research society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i2.26307
Subject(s) - covid-19 , humanities , microbiology and biotechnology , medicine , biology , virology , philosophy , pathology , disease , infectious disease (medical specialty) , outbreak
Objetiva-se conhecer os construtos terapêuticos da COVID-19 em seu primeiro ano de pandemia. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de pesquisas nas bases Biblioteca Virtual de Saúde, Periódicos Capes, PubMed, Cochrane com os descritores padronizados ‘Therapy’ AND COVID-19, no primeiro ano da pandemia da COVID-19, após a declaração oficial da OMS. Como resultados foram descritos os alvos terapêuticos pesquisados (in vivo, in vitro e in silico) e publicados no primeiro ano dessa crise sanitária. Evidenciou-se que as terapias exploradas se basearam em alvos farmacológicos e não farmacológicos sobre o hospedeiro, sistema imunológico e no vírus. Os principais agentes testados in vitro e in vivo e in silico pertences as classes farmacológicas dos antivirais, antiparasitários, anti-inflamatórios, antibióticos além de anticorpos monoclonais, células-tronco e plasma convalescente. Segundo as publicações, os medicamentos mais citados para tratar a COVID-19 foram a hidroxicloroquina, cloroquina, ivermectina, azitromicina, vitamina D, dexametasona ou outro glicocorticoide. Constatou-se que muitas estratégias terapêuticas contra a COVID-19 foram refutadas, todavia outras estão sendo melhor pesquisadas.
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