
Uso de benzodiazepínicos em idosos no Brasil
Author(s) -
Ana Karoline de Almeida Mendes,
Izabely Lima Assunção,
Giuliana Maria Morais Gonzalez,
Victoria Alves do Nascimento,
Luciana Sousa Silva,
Daniel Geovane Silva Souza,
Lethícia Maria Morais Gonzalez,
Yvilla Cristina Costa,
Gabriel Machado Chiacchio,
Maria Caroline Leal Borges de Araújo,
Thassia Almeida Matos Viana,
Bruna Martins Pereira,
Bruna Brito Feitosa,
Luan Carvalho Rosa,
Samantha Cunha Vieira,
Amanda Mendonça Vieira Cipriano,
Ingrid Maria Silva Reis,
Gabriel de Sousa Macedo,
Cecília Pessoa Almeida Rego,
Clara Simplício Viana de Carvalho,
Amanda Caroline dos Santos Matos,
Paula Simplicio Viana de Carvalho,
Kleber de Jesus Serrão Mendes Filho,
Pedro Cunha Mendes Neto,
Arlene Gama Matos Machado,
Tarcízio Santos Murta Filho,
Diego Barbosa Resende,
Flávia Carneiro Pereira,
Ingrid Maria Silva Reis
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i2.25820
Subject(s) - psychology , humanities , philosophy , medicine
Durante o processo de envelhecimento decorre de alterações fisiológicas no sistema nervoso e endócrino que propiciam o aparecimento da insônia, estima-se que os transtornos do sono afetam em torno de 50% dos idosos. O tratamento de primeira linha para a insônia são os benzodiazepínicos, está classe deve ser evitada pelos idosos, pois aumentam os riscos de queda. Este estudo trata-se de uma revisão bibliográfica sistemática de natureza quantitativa, que utilizou as plataformas PubMed, Scientific Eletronic Library On-line (SciELO) e Google Scholar como base de dados para pesquisa dos artigos científicos, publicados entre 2016 – 2021, nas línguas portuguesa e inglesa. Dos 200 resultados obtidos, 189 foram excluídos, restando apenas 11 artigos. Entre os artigos analisados, pôde-se observar que mesmo contraindicados para esta faixa etária, ainda é alta a taxa de uso de benzodiazepínicos por idosos no Brasil, sendo sua principal indicação atualmente o controle da insônia. Além disso, foi identificado haver fortes indícios de relação entre o uso prolongado dos BZD e o desenvolvimento de demências a longo prazo. Como há conhecimento dos efeitos colaterais por parte da população médica, esta deve instruir os pacientes sobre os riscos e evitar a iatrogenia.