
Resistência de Staphylococcus aureus e Escherichia coli à antibióticos
Author(s) -
Sybelle Geórgia Mesquita da Silva,
Breno Araújo de Melo,
Marcos Vinícius Oliveira dos Santos,
Karlos Antônio Lisboa Ribeiro Júnior,
Fernanda Cristina de Albuquerque Maranhão,
Tânia Marta Carvalho dos Santos,
Angelina Bossi Fraga
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i2.25693
Subject(s) - florfenicol , staphylococcus aureus , microbiology and biotechnology , biology , antibiotics , bacteria , genetics
A mastite é uma das principais enfermidades que acomete o rebanho leiteiro, sendo causada por diversos micro-organismos dos quais se destacam as bactérias Staphylococcus aureus e Escherichia coli. O tratamento para esta enfermidade é realizado, geralmente, por meio do uso de antibióticos via intramamária. No entanto, o uso inadequado desses medicamentos tem contribuído para a seleção de cepas de micro-organismos resistentes, dificultando o tratamento e controle da mastite. Com isso, objetivou-se avaliar cepas das bactérias S. aureus e E. coli frente aos antibióticos: Florfenicol, Enrofloxacina, Gentamicina, Amicacina, Tetraciclina, Norfloxacina, Cefalotina, Cefalexina, Gentamicina, Neomicina, Amoxilina, Ampicilina + Sulbactam, Cefoxitina, Bacitracina, Ampicilina e Penicilina. As bactérias foram inoculadas em solução salina 0,9% e semeadas em 100 µL de meio Mueller Hinton com os discos de antibióticos. Os testes foram realizados em quadruplicata e as placas incubadas a 37°C durante 24h. Os resultados mostraram que S. aureus foi resistente a penicilina (10µg) e ampicilina (10µg), apresentando maior sensibilidade ao antibiótico florfenicol (30µg). A bactéria E. coli também apresentou maior sensibilidade ao florfenicol (30µg), sendo resistente à bacitracina (10µg). Nossos resultados indicaram que a investigação por novas alternativas para o tratamento da mastite é urgente e necessária.