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Revisão de três espécies medicinais e ornamentais da família Apocynaceae Juss.
Author(s) -
Allyson Francisco dos Santos,
Luciano Temoteo dos Santos,
Marcio Pereira do Nascimento,
Elias Laurindo de Oliveira,
Talina Guedes Ribeiro,
Francisco Diego Pereira,
Geralda de Araújo Lima,
Willyan Tavares Gonçalves,
Maria Ivaneide Rocha,
Tânia Kelly Mendes Feitosa,
Mariana Ferreira da Cruz,
Suzana Gonçalves Santana Tavares,
Maria Eliana Vieira Figueroa,
Ginna Gonçalves Pereira
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i2.24876
Subject(s) - traditional medicine , biology , apocynaceae , medicine
Dentre os táxons botânicos que apresentam um alto potencial farmacológico, está a família Apocynaceae Juss.. Com isso, este trabalho teve como objetivo traçar características farmacológicas, fitoquímicas e indicações terapêuticas de três espécies da família supracitada. Referente à espécie Allamanda cathartica L. (dedal-de-princesa), os dados mostram que suas folhas e seu látex são utilizados para o tratamento de febre, icterícia, parasitoses, complicações da malária, baço aumentado e utilizado como laxante e purgante. Podendo tais propriedades estarem relacionadas à sua constituição fitoquímica, visto que apresenta iridóides plumericina e plumieride. Já a espécie medicinal Catharanthus roseus (L.) Don. conhecida popularmente como “boa-noite”, é utilizada para o controle de hemorragias e escorbuto, como enxaguante bucal para dor de dente, na cicatrização e limpeza de feridas crônicas e no tratamento de diabetes. A espécie possui a capacidade de sintetizar uma grande variedade de compostos que são usados pelo vegetal para realizar funções biológicas, como a defesa de predadores. Os alcaloides é o grupo de compostos mais potencialmente ativo de C. roseus, sendo que já foram registrados mais 400 alcaloides nas diversas partes da espécie. Por fim, Nerium oleander L. (espirradeira) possui também grande potencial medicinal, com registros do seu uso no Brasil como expectorante, tônico para o coração, diurético e emético. Doses muito pequenas de extrato de folhas já foram registradas com uso em picadas de cobra. Fica evidente, que esse táxon apresenta espécies com propriedades medicinais, sendo portanto, uma fonte de compostos bioativos de interesse farmacológico.

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