
Comparação da liberação miofascial instrumental e da liberação posicional em pacientes com retração muscular assintomática de membros inferiores
Author(s) -
Ellen Raquel Lopes Rodrigues,
Paulo Henrique Altran Veiga,
Juliana Alves do Monte,
Karla Rayanne Barbosa Bezerra,
Beatriz Rithiely Henrique Ramos da Silva,
Patrícia Lopes Ferreira de Lima,
Maria Eduarda Siqueira Veras,
Thayna Maria Praia Baratella,
Vinicius Alexandre Alves da Silva,
Gabriel Michiles de Assunção Santos,
Brenda Freire Ramos de Melo,
Daniel Fonseca de Brito Alves,
João Gleydson Pinto Marques da Silva
Publication year - 2022
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v11i1.25085
Subject(s) - medicine , orthodontics
Objetivo: Comparar a diferença da liberação miofascial instrumental e a liberação posicional em pacientes com retração muscular dos membros inferiores. Método: Estudo transversal de ensaio clínico randomizado com 35 indivíduos, foram submetidos a testes de retração dos músculos dos membros inferiores, foi avaliado e reavaliado com o goniômetro. Um grupo foi submetido à Liberação Miofascial Instrumental realizado com a utilização dos raspadores de polietileno e o outro às manipulações de Liberação Posicional. Foi utilizado técnicas de estatística descritiva com desvio padrão, foi utilizado o teste Komogorov-Smirnov, student pareado e P valor. Resultados: Verificou-se que as técnicas de Liberação Miofascial Instrumental e Liberação Posicional apresentaram valores estatisticamente significativos e fidedignos na melhora do quadro de retração muscular com o P valor de 0,0001 nos dois grupos e com um R Squared de 76,31%, já em relação à comparação das técnicas não houve diferenças estatisticamente significativas apresentando um P valor de 0,8523, porém nas queixas de dores, apenas no grupo instrumental foram observados indivíduos relatando dores. Conclusão: O presente estudo constatou que a Liberação Miofascial Instrumental e a Liberação Posicional são eficazes na melhora do quadro de retração muscular, porém ambas as técnicas são estatisticamente parecidas.