
COVID-19: Frequência de casos reagentes em profissionais de saúde de um hospital referência no Paraná
Author(s) -
Larissa Salla,
Aline Jochem Biezus,
Franciele Aní Caovilla Follador,
Gisele Arruda,
Carla Patrícia Alves de Souza,
Léia Carolina Lúcio,
Claudicéia Risso Pascotto,
Lirane Elize Defante Ferreto
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i9.17662
Subject(s) - covid-19 , medicine , gynecology , disease , infectious disease (medical specialty)
O objetivo deste trabalho foi identificar o perfil e a frequência de casos rastreados de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19) entre profissionais de saúde de uma unidade hospitalar referência no atendimento à doença. Trata-se de um estudo transversal em que foram utilizados os dados da Ficha de Notificação de Síndrome Respiratória COVID-19 e realizado os exames de RT-qPCR e Teste Rápido. Foram calculadas as frequências absolutas e relativas, usadas para descrever o perfil da amostra. Para comparação entre casos confirmados ou não da COVID-19, foi realizado o teste qui-quadrado com correção de continuidade de Yates, sendo considerados estatisticamente significativos os valores que apresentaram p <0,05. Foram testados 630 profissionais, com maior percentual de casos confirmados de profissionais do sexo feminino, idade abaixo de 40 anos, com atuação direta ao paciente, realização de pelo menos um teste para SARS-CoV-2 e maior frequência na hora da testagem dos sintomas de cefaleia, dor de garganta e mialgia. Do total, foram identificados 81 exames positivos. No teste de associação, identificou-se relação entre a sintomatologia e o número de sintomas dos casos reagentes para SARS-CoV-2 (p = 0,001). Apesar de não significativo, destaca-se o número de profissionais do sexo feminino e que atuam no setor de clínicas com resultados reagentes. Monitorar e identificar os casos reagentes para o SARS-CoV-2 é essencial para auxiliar na prevenção da disseminação do vírus, bem como estabelecer mecanismos de prevenção e monitoramento da saúde do trabalhador do serviço de saúde.