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Efeitos do extrato hidroalcoólico das folhas e da farinha dos frutos de Guabiju (Myrcianthes pungens) sobre parâmetros laboratoriais de ratos diabéticos
Author(s) -
Amanda Batista da Silva Lemos,
Amanda Ribeiro da Fonseca,
Ana Elisa Silveira de Souza,
Luiza Bim Vivan,
Laryssa Aparecida Oliveira Lomonaco,
Sara Tais Dias,
Bruno César Corrêa Salles,
Cláudio Daniel Cerdeira,
Maria Tereza Bernardes Pascoal,
Rafaela Bergmann Strada de Oliveira,
Gérsika Bitencourt Santos Barros
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i8.17442
Subject(s) - traditional medicine , chemistry , medicine
O Diabetes Mellitus (DM) é um sério problema de saúde pública que carece de novas alternativas terapêuticas, dentre estas, destaca-se a fitoterapia. Esse estudo teve como objetivo avaliar a ação do extrato hidroetanólico das folhas e da farinha dos frutos de Guabiju (Myrcianthes pungens) sobre os parâmetros laboratoriais de animais diabéticos. A farinha dos frutos de Guabiju incorporada na alimentação diária em forma de ração peletizada ou o extrato das folhas de Guabiju administrado por gavagem (dose oral de 300 mg/kg/dia), foram administrados em um modelo experimental de ratos Wistar com DM tipo 1 induzido por aloxano, durante 45 e 90 dias, respectivamente. Avaliou-se o efeito anti-hiperglicemiante e outros parâmetros bioquímicos, como triglicérides, colesterol total e enzimas marcadoras de função hepática (AST) e renal (creatinina). O desfecho de ambos os tratamentos não culminou em marcante diminuição da glicemia de jejum, melhora do perfil lipídico ou função renal quando comparado aos ratos diabéticos não tratados. No entanto, o tratamento com o extrato das folhas de Guabiju preveniu o aumento de marcadores de lesão hepática, sendo que os resultados da prova de função hepática mostraram alterações benéficas significativas nos animais tratados com o extrato das folhas de Guabiju, com redução dos níveis de AST. O valor de AST para os ratos não diabéticos foi 72,12 ± 10,52 mg/dl, para os ratos diabéticos foi 111,0 ± 16,84 mg/dl e para os ratos diabéticos tratados foi 82,66 ± 5,50 mg/dl (p < 0,05). Esta ação em prevenir típicas complicações do DM, como os danos hepáticos, em uma baixa dose, demonstra que esta planta pode apresentar uma possível atividade terapêutica, que deve ser refinada com mais testes e ensaios clínicos que comprovem uma eficácia da ação e segurança.

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