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Otohematoma canino: Análise Retrospectiva de Ocorrências Atendidas no Hospital Veterinário das Faculdades Integradas Aparício Carvalho – FIMCA
Author(s) -
Sabrina Benigna Almeida,
Matheus de Almeida Rocha,
Thiago Vaz Lopes,
João Gustavo da Silva Garcia de Souza,
Sandro de Vargas Schons
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i8.17338
Subject(s) - medicine , gynecology , humanities , art
O otohematoma canino, também chamado de hematoma aural ou auricular, é uma das patologias mais frequentes nos atendimentos clínicos, sendo a lesão que mais atinge o aparelho auditivo dos cães. Descreve-se pelo acúmulo de líquido seroso e sangue entre a cartilagem e a epiderme do ouvido externo causando desconforto nos animais. Este trabalho teve como objetivo analisar a epidemiologia do hematoma auricular em cães atendidos e registrados em fichas no Hospital Veterinário das Faculdades Integradas Aparício Carvalho – FIMCA, na cidade de Porto Velho, Rondônia no período de Janeiro de 2017 a Novembro de 2018. Esse estudo dos dados foi alcançado por meio das fichas cadastradas de todos os pacientes atendidos e diagnosticados por otohematomas, utilizando fatores que podem predispor a presença desta afecção, como raça, sexo ou porte físico. Foram diagnosticados 13 cães com a patologia, comprovando 2 picos de maior ocorrência, equivalentes aos meses de Setembro (2 casos;15,3%) e Dezembro (2 casos;15,3%) de 2017. Animais sem raça definida obtiveram maior número de afecções (9/13;69,2%) e cães do gênero masculino prevaleceram (53,8%;7/13). A maioria dos animais apresentavam otohematoma bilateral (11/13;84,6%). Em vista disso, na rotina clínica do hospital veterinário analisado o otohematoma canino apresentou relevante número de ocorrências, sendo mais comum em animais sem raça definida e machos, na qual esta enfermidade demonstrou ser um fator de risco em animais de médio e grande porte. O estudo permitiu demonstrar maior predomínio de hematoma auricular bilateral e as maiores prevalências de casos nos meses de Setembro e Dezembro de 2017.

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