
Checklist para indicação de ventilação não invasiva em idosos pós-acidente vascular cerebral
Author(s) -
Maria Lucrécia de Aquino Gouveia,
Ana Karênina de Freitas Jordão do Amaral,
Rita de Cassia Marchi Barcello Dalri,
Antônia Lêda Oliveira Silva
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i8.17290
Subject(s) - checklist , medicine , humanities , psychology , philosophy , cognitive psychology
Objetivo: Construir e validar um checklist para indicação de ventilação não invasiva em idosos pós-acidente vascular cerebral. Método: Estudo metodológico realizado de outubro a novembro de 2017 em um hospital geral do Estado da Paraíba, Brasil. Foram instituídos dois grupos de participantes, sendo o primeiro denominado GD (grupo de doutores e experts em fisioterapia respiratória) e o segundo GF (grupo de fisioterapeutas atuantes em assistência cardiorrespiratória com pessoas idosas), sendo tais grupos compostos por 10 participantes cada. Após a emissão dos pareceres dos participantes do GD e do GF, foi elaborado o checklist. Resultados: Existe viabilidade de aplicação clínica do checklist e este pode auxiliar nas tomadas de decisões. Sua relevância foi demonstrada por meio de significância estatística (p=0,007), com possibilidade de aplicação em curto tempo (p=0,0001); quanto a abrangência de conteúdo, 50% dos participantes (n=10) relataram que o checklist é abrangente e 50% (n=10) afirmaram que é necessário acréscimo de conteúdo; todos os participantes foram unânimes que o instrumento tem boa apresentação, é objetivo, coerente e claro em seu conteúdo (n=20; 100%). Conclusão: Observou-se a importância do instrumento na tomada de decisão na indicação de ventilação não invasiva em idosos pós-acidente vascular cerebral. O checklist é um recurso tecnológico que contribui para esta tomada de decisão, facilita a prática profissional e serve como base para novas políticas públicas, pois proporciona benefícios à saúde da pessoa idosa, além de gerar menor tempo de internação e evitar a piora no quadro do idoso pós-acidente vascular cerebral.