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Violência obstétrica no período de parto ativo
Author(s) -
Vitória Vilas Boas da Silva Bomfim,
Tâmara Araújo Silva,
Brenda Tayrine Tavares Souza,
Andressa Mayara Nascimento Santos,
Maria Clara Teles Cabanelas Macedo,
Maria Dhescyca Ingrid Silva Arruda,
Angélica Ribeiro do Nascimento Oliveira,
Lillyan Ranieli Barbosa da Silva,
Jade de Oliveira Santana,
Mariana Cunha de Albuquerque,
Marcela Rosa da Silva,
Gleice Matos Guimarães,
Lucília da Costa Silva,
Natádina Alves Souza Campos
Publication year - 2021
Publication title -
research, society and development
Language(s) - Portuguese
Resource type - Journals
ISSN - 2525-3409
DOI - 10.33448/rsd-v10i8.17123
Subject(s) - humanities , psychology , philosophy
Objetivo: O presente estudo promove uma reflexão, baseada em evidências, acerca das formas de violência obstétrica disponíveis na literatura brasileira. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada através das bases de dados Scientific Electronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Banco de Dados em Enfermagem (BDENF) e Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE). A partir da busca inicial com os descritores e operador booleano definidos, foram encontrados 52 estudos nas bases selecionadas e após aplicar os critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 12 estudos para compor a revisão. Resultados e Discussão: Os locais abordados nos estudos, foram os hospitais públicos e mistos (privados) conveniados ao SUS. A violência obstétrica, termo reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), se firma a partir da apropriação da autonomia da mulher e dos processos reprodutivos, por profissionais de saúde, na forma de um tratamento desumanizado, medicação abusiva ou interferência abusiva dos processos naturais. Ficaram evidenciados, os diversos tipos de violência física, verbal e psicológica, assim como a realização de procedimentos desnecessários, com destaque para o alto índice de cesarianas ocorrendo fora de contexto e expondo a mulher a três vezes mais o risco de morte por parto. Conclusão: E pôde-se observar o grande diferencial da divulgação do que se trata a violência obstétrica e como é imperativo o reforço dos direitos das mulheres, que asseguram um atendimento humanizado, bem como estudos sobre sua abordagem no pré-natal.

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